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Brasil supera 160 milhões de pets (e não são só cães e gatos)

A verticalização das cidades faz crescer o interesse por aves, peixes, répteis e pequenos mamíferos como animais de estimação

Por Simone Blanes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jul 2024, 13h24 • Atualizado em 30 jul 2024, 13h37
  • Uma pesquisa Abinpet e do Instituto Pet Brasil atualizou os dados sobre os pets no Brasil: possui 160,9 milhões, entre cães, gatos, aves, répteis, peixes e pequenos mamíferos – um crescimento de 3,33% em relação a 2022, que registrava 155,7 milhões.

    As estimativas também mostram que os cachorros ainda são maioria – saltaram de 60,5 milhões para 62,2 milhões, registrando alta de 2,8%. Mas por conta da verticalização das cidades e redução de ambientes, a procura por animais mais autônomos, de trato mais simples e que exigem menos espaço, cresceu: as aves ornamentais representam 42,8 milhões (alta de 3,0%) dos pets, seguidas pelos gatos, que registraram alta de 5,4%, passando de 29,2 milhões para 30,8 milhões.

    Os peixes ornamentais também tiveram alta de 2,29%, com 22,3 milhões; e os répteis como as tartarugas-tigre-d’água, e pequenos mamíferos como as chinchilas e os hamsters, registraram crescimento de 7,6%, com 2,8 milhões de pets.

     “Apesar do primeiro lugar ainda ser dos cães, é notório que ao lado dos felinos, que já apresentavam crescimento em outras pesquisas, os répteis e pequenos mamíferos têm despertado mais interesse”, afirma Caio Villela, presidente-executivo do IPB.

    Mercado próspero

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    O levantamento traz ainda projeções para o mercado pet brasileiro, que deve alcançar um faturamento de R$ 76,3 bilhões em 2024, de acordo com os dados das entidades. Mais da metade, 54,7%, é do segmento de pet food, alimentos industrializados para animais de estimação, que marcou um faturamento de R$ 41,7 bilhões.

    Em seguido lugar aparece a própria venda de animais de estimação (11%), seguido por produtos veterinários (10,5%), serviços veterinários (9,9%), serviços gerais (8,5%) e pet care (5,8%).

    “Destacamos que os dois segmentos com maior alta entre 2023 e 2024 foram os de produtos veterinários e de serviços veterinários, com 16,1% e 14,2% respectivamente”, completa Villela.

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