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Com crochê e fivelas, moda para o verão 2023 busca inspiração nos anos 70

A atmosfera descontraída e provocativa da era hippie marca as peças que estarão nas praias e piscinas brasileiras

Por Paula Felix Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 jan 2023, 08h00 • Atualizado em 4 jun 2024, 11h04
  • NOSTALGIA - Luana Piovani e seu modelito de crochê: elegância divertida -
    NOSTALGIA - Luana Piovani e seu modelito de crochê: elegância divertida – (@luanapiovanioficial/Facebook)

    A cada nova temporada, como uma onda no mar que vai e vem, a moda vasculha o baú de referências do passado. Para o verão 2023, a expressão de colorido desbunde dos anos 1970 — que no Brasil era um grito contra a ditadura — dará a tônica em praias e piscinas. Fique de olho: são estamparias inspiradas na cultura indiana e valorização de tudo o que pode ser costurado à mão. Com releitura hippie, os modelitos trazem detalhes com fivelas e os divertidos maiôs peek-a-­boo, também chamados de “engana-mamãe”, que revelam a silhueta e escondem o umbigo.

    BOCA DE SINO - Revival: as pantalonas são opções para sair da areia ou da piscina -
    BOCA DE SINO - Revival: as pantalonas são opções para sair da areia ou da piscina – (RENNER/.)
    COR - Estampas e recortes: conjuntos evocam as velhas batas -
    COR - Estampas e recortes: conjuntos evocam as velhas batas – (FARM RIO/.)

    Outro ícone redescoberto é o crochê, que, em 2023, aparece em biquínis — a espalhafatosa atriz Luana Piovani, claro, já aderiu —, saídas de praia, bolsas e chapéus. As calças, perfeitas para deixar a areia e esticar até o restaurante, chegam na modelagem mais famosa daquela época: a boca de sino, também chamada de flare. Estão ainda de volta a padronagem com listras multicoloridas e as estampas florais, atreladas à pegada zen de espelhinhos bordados.

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    ACESSÓRIOS - Chapéus e bolsas: trançados e correntes -
    ACESSÓRIOS - Chapéus e bolsas: trançados e correntes – (Fotos RENNER/.)

    Calhou de a nostalgia coincidir com o primeiro verão pós-coronavírus, embora a pandemia ainda não tenha acabado oficialmente e seja uma sombra de preocupação emoldurada pelas máscaras. Nas praias, ambiente valorizado pelo contato com a natureza, naqueles loucos anos 70 a pele estava à mostra com tangas minúsculas e peças recortadas estrategicamente para exibir porções do corpo. É o que volta com força, a roupa como manifesto debaixo do sol e do sal. “É uma tentativa de traduzir vontade e desejos”, diz o estilista Amir Slama, referência em moda praia. Longe do golpismo de Brasília, ao menos nas praias, o verão será de paz e amor.

    Publicado em VEJA de 18 de janeiro de 2023, edição nº 2824

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