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Quem são as novas Angels da Victoria’s Secret, que reafirmam diversidade em tempos de retrocesso?

Adriana Lima, Yumi Nu, Anok Yai, Joan Smalls, Alex Consani e Lily Aldridge lideram o elenco em 2025, marcando a consolidação de uma nova era para a marca

Por Simone Blanes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 4 set 2025, 18h32 - Publicado em 4 set 2025, 18h27

A Victoria’s Secret divulgou nesta semana o grupo de seis modelos que assumirão o posto de “Angels” no desfile de outubro de 2025. A lista traz nomes veteranos como a brasileira Adriana Lima e a norte-americana Lily Aldridge, mas também novos rostos de representatividade: a plus size Yumi Nu, as negras Anok Yai e Joan Smalls e a modelo trans Alex Consani.

O time de Angels ganha relevância num contexto em que discursos conservadores voltam a ganhar espaço, especialmente nos Estados Unidos, impulsionados pela “era Trump”. Optar pela continuidade da diversidade em um dos palcos de maior desejo e visibilidade da moda é, portanto, um gesto que ultrapassa a dimensão estética e se projeta como uma escolha estratégica e política.

As Angels de 2025 equilibram tradição e renovação. Adriana Lima e Lily Aldridge, veteranas da marca, simbolizam a conexão com o período em que a Victoria’s Secret reinava absoluta como referência de espetáculo e consumo. Já Yumi Nu, Anok Yai, Joan Smalls e Alex Consani representam a transformação da marca de lingerie, marcada pela inclusão de corpos e trajetórias antes negligenciados, mas muito bem pautada no último desfile no ano passado.

Diversidade já!

A presença de Yumi Nu, por exemplo, reforça o compromisso com a valorização de corpos fora do padrão magro que dominou a indústria por décadas. Já a escolha de Anok Yai e Joan Smalls reafirma o protagonismo de modelos negras em uma passarela que, no passado, foi acusada de restringir sua diversidade racial, mesmo trazendo tops como Tyra Banks, de vez em quando.

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E com Alex Consani, a Victoria’s Secret insere de maneira definitiva a representação trans em sua narrativa, ampliando a discussão sobre identidade e pertencimento – vale lembrar da importante participação de Valentina Sampaio, top model trans brasileira, que também abrilhantou o show em 2024.

A marca, que foi duramente criticada no fim dos anos 2010 pela falta de diversidade e pela insistência em corpos idealizados, parece ter aprendido com as pressões sociais e do mercado. Ao trazer em 2024 um elenco plural e continuar nessa mesma ideia na escalação das icônicas Angels, a Victoria’s Secret sinaliza que entende que o futuro da moda não está em resgatar padrões ultrapassados, mas sim reconhecer a multiplicidade que reflete a realidade de seu público consumidor e a consolidação de uma mudança de rota: o símbolo máximo de sensualidade e espetáculo fashion agora também pode ser um retrato das transformações culturais e da sociedade como um todo.

 

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