Além de ‘Rivalidade Ardente’: Cinco romances gays para maratonar no streaming
Do picante ao meloso, produções com temática homoafetiva vem conquistando o público das plataformas
Com o fenômeno internacional da série Rivalidade Ardente, que chega ao Brasil pela HBO Max em 13 de fevereiro, a busca por romances gays — e apimentados, diga-se de passagem — tem crescido entre o público. Adaptação da saga literária escrita por Rachel Reid, a trama conta a história de dois atletas rivais do hóquei que se apaixonam secretamente e transformam sua rivalidade mundialmente conhecida em um romance fervoroso. A repercussão levou os atores Hudson Williams e Connor Storrie ao estrelato mundial e até ao palco do Globo de Ouro. Enquanto a série não chega ao público brasileiro, porém, outras produções similares preenchem a lacuna:
Vermelho, Branco e Sangue Azul
Onde ver: Prime Video
Seguindo a linha de rivalidades picantes, a adaptação do romance de Casey McQuiston traz dois inimigos políticos que viram amantes. Filho da presidente dos Estados Unidos, Alex (Taylor Perez) se envolve em uma confusão com o príncipe britânico Henry (Nicholas Galitzine) e acaba no centro de uma grande crise internacional. Fingindo ser amigos para agradar o público e evitar outra turbulência diplomática, os dois passam a criar um laço intenso que logo se transforma em uma paixão avassaladora.
Young Royals
Onde ver: Netflix
Também focada em questões da diplomacia internacional, a trama acompanha o romance entre Wilhelm (Edvin Ryding), príncipe herdeiro da Suécia, e Simon (Omar Rudberg), um bolsista de origem humilde que estuda no colégio interno de elite Hillerska. Dividido entre compromissos da realeza e uma paixão incontornável, o aristocrata enfrenta dilemas ao se ver obrigado a preservar a imagem da monarquia, enquanto lida com a pressão social de ter seu affair com outro homem descoberto.
Companheiros de Viagem
Onde ver: Paramount+
Lançada em 2023, a minissérie é um drama histórico que se passa nos Estados Unidos dos anos 1950 e acompanha o relacionamento entre Hawkins “Hawk” Fuller (Matthew Bomer) e Tim Laughlin (Jonathan Bailey) ao longo de décadas, percorrendo momentos como o auge do “Terror Lilás” nos anos 1950 em Washington — quando o governo americano perseguiu funcionários públicos da comunidade LGBT+ —, a era das discotecas e a crise da AIDS nos anos 1980.
Heartstopper
Onde ver: Netflix
Sucesso da Netflix, a série é uma adaptação da história em quadrinhos de Alice Oseman e narra a história de amor entre Charlie Spring (Joe Locke), um estudante abertamente gay e tímido, e Nick Nelson (Kit Connor), um popular jogador de rúgbi que tateia a bissexualidade. A trama aborda a relação íntima entre os dois de maneira sutil e explora temas como amizade, bullying e saúde mental. O enfoque, porém, é o mais juvenil da lista.
Looking
Onde ver: HBO Max
Ambientada em São Francisco, nos EUA, a série possui duas temporadas e segue a vida amorosa e profissional de três homens gays em busca de um relacionamento. Em meio aos dilemas vividos por gays da geração millenial no começo da década passada, o trio é retratado de forma realista, despudorada e bem-humorada que faz lembrar Girls, programa da mesma emissora que retratava o dia a dia de quatro jovens adultas em Nova York.
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