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O novo avanço de Trump contra registros da escravidão em museus dos Estados Unidos

Após impor revisões ao Instituto Smithsonian, o presidente exigiu a remoção de placas e exposições relativas ao tema em parques nacionais

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 set 2025, 14h31

A atual gestão dos Estados Unidos encabeçada por Donald Trump interferiu novamente nos espaços culturais do país após impor revisões sobre o Instituto Smithsonian e a casa de espetáculos Kennedy Center. Agora, ela exige que múltiplas placas e exposições sobre a escravidão e a história de povos indígenas sejam removidas de parques nacionais. Segundo o Washington Post, uma das obras reprimidas é uma réplica da famosa foto de 1863 que mostra as costas flageladas de um escravo afro-americano após anos de serviço no sul da nação. Para além do Post, o The New York Times apurou e-mails internos da administração e atestou as diretivas.

A censura é consequência direta da ordem executiva que Trump fez em março, na qual exigiu que materiais que maculam a imagem americana “inapropriadamente” fossem cobertos ou removidos de instituições federais.

A réplica do registro impactante foi retirada do monumento nacional Fort Pulaski, na Geórgia. Já na Virgínia, no parque Manassas National Battlefield, os funcionários foram instruídos a esconder uma placa que criticava uma ideologia racista do pós-guerra civil, chamada “Lost Cause”, que vangloria a Confederação dos estados sulistas e nega a participação de escravos no conflito. O objeto informativo ficou no parque por volta de um ano após ser colocado durante o fim da gestão de Joe Biden. Na Philadelphia, o museu do Parque Histórico da Independência Nacional planeja alterar uma exposição focada em nove escravos de George Washington. Em múltiplos outros parques, foram retirados sinais que apontavam que aquelas terras já foram habitações indígenas.

Segundo a visão de Trump, tais materiais perpetuam a ideia “equivocada” de que os Estados Unidos seriam uma nação racista e focam em como a escravidão foi ruim em vez de sublinhar o quão “brilhante” é o país. Já historiadores e a oposição ao republicano argumentam que as medidas têm caráter fascista e apagam elementos cruciais para o entendimento da história do país desde sua colonização pelos ingleses.

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