O novo vexame que ameaça obras-primas do Museu do Louvre
Incidente ocorrido nesta sexta-feira 13 afetou pinturas valiosas da instituição francesa
Na madrugada desta sexta-feira 13, o Museu do Louvre, em Paris, foi afetado por um novo vazamento de água, que levou algumas das áreas mais movimentadas do espaço a serem fechadas. O incidente danificou parte do teto e atingiu a galeria Denon, onde estão expostas as pinturas mais valiosas do local, de artistas como o francês Charles Meynier, do século XIX, e o italiano Bernardino Luini, do século XVI.
Este é o segundo vazamento de água em menos de três meses, episódio que se soma a uma série de outras dificuldades recentes enfrentadas pelo museu, como um roubo de joias, greves e investigações para desarticular uma grande rede de fraudes nas bilheterias. O ocorrido contribuiu ainda mais para o desgaste da instituição, alvo de minuciosas inspeções nos últimos tempos.
Apesar do alarde gerado pelo vazamento, informações divulgadas por um representante sindical da Reuters revelaram que a área na qual está localizada a maior obra-prima do museu, a Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci, não foi afetada. Um dos representantes do Louvre também informou que as salas atingidas estão fechadas ao público e que foi instalado um andaime na região devido a uma ‘falha técnica no andar superior do museu’ durante a noite anterior.
No site oficial do Louvre, foi publicado um comunicado de alerta para possíveis impactos no atendimento ao público nos próximos dias, especialmente na próxima segunda-feira, 16. “A abertura do museu poderá sofrer atrasos e algumas salas poderão permanecer excepcionalmente fechadas. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, esclareceu a instituição.
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