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Bolsa de valores e dólar andam de lado após Superquarta

Fed corta juros nos EUA em 0,25 p.p. e Copom mantém Selic a 15%, como esperado pelo mercado

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 set 2025, 17h19 •
  • O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão em leve queda de 0,06% nesta quinta-feira, 18, estacionando nos 145 mil pontos. No dia anterior, a bolsa de valores atingiu o maior patamar da sua história e ultrapassou os 145,5 mil pontos. O dólar, por sua vez, ficou praticamente estável, cotado a 5,31 reais. Em dia de poucos catalisadores, os negócios operaram de olho nos desdobramentos da Superquarta.

    Fed e Copom agem como o esperado

    Ontem, o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, decidiu cortar 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros, abaixando o intervalo de 4,25% a 4,5% para 4% a 4,25%. A decisão já era esperada unanimemente pelo mercado. Segundo documento da autoridade monetária, o corte aconteceu porque “o Comitê está atento aos riscos para ambos os lados de seu duplo mandato e avalia que os riscos negativos para o emprego aumentaram.” 

    “A decisão do FED influencia com certeza no dólar. Menores juros nos EUA fazem com que o dólar tenda a ceder em um futuro próximo frente a moedas emergentes”, analisa Gabriel Filassi, especialista em investimentos e sócio da AVG Capital. O mercado ainda espera mais dois cortes de juros pelo Fed neste ano, devido à desaceleração expressiva no mercado de trabalho americano.

    No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central optou por manter a taxa Selic em 15%, o que também já era esperado pelo universo financeiro. Para Paloma Lopes, economista da Valor Investimentos, os anúncios fazem os investidores estrangeiros olharem para o Brasil como uma boa alternativa de investimentos, apesar de o país ainda apresentar um leve risco fiscal. Por isso, a moeda americana oscila, mas não em níveis expressivos.

    Entre os destaques no mercado de ações, os principais bancos do país, em sua maioria, seguiram o movimento do Ibovespa e recuaram. Os papéis do Itaú (ITUB4) desvalorizaram 0,05%, enquanto os papéis do Bradesco (BBDC3; BBDC4) fecharam em queda de 0,60% (BBDC3) e de 1,02% (BBDC4). O Santander (SANB11) recuou 0,75% e o Banco do Brasil (BBAS3) nadou em direção contrária e teve valorização de 1,10%.

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    A Petrobras (PETR4) e a Vale (VALE3), duas das companhias mais influentes para os negócios, têm movimentos semelhantes, com baixas de 1,07% e 0,40%, respectivamente.

    Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

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