Veja Mercado

Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
ASSINE VEJA NEGÓCIOS

China cumpre meta e encerra 2025 com PIB de 5%

Superávit comercial sustenta o crescimento em um ano marcado por tensões com os Estados Unidos

Por Luana Zanobia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 jan 2026, 09h36 • Atualizado em 19 jan 2026, 09h38
  • A economia chinesa encerrou 2025 exatamente onde o governo havia prometido colocá-la: crescendo 5%. O número, divulgado pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS), repete o desempenho de 2024 e cumpre à risca a meta definida por Pequim. Um feito político tão relevante quanto econômico em um ano marcado por tensões comerciais, juros globais elevados e crescente fragmentação geopolítica.

    À primeira vista, o resultado reforça a narrativa oficial de resiliência. A China conseguiu avançar mesmo sob o peso de uma guerra tarifária persistente com os Estados Unidos e de um ambiente externo menos favorável ao comércio. As exportações voltaram a ser o principal amortecedor do crescimento. Em 2025, a balança comercial registrou um superávit de cerca de US$ 1,2 trilhão, evidência de que a indústria chinesa segue altamente competitiva, e de que o mundo continua dependente de seus bens.

    Mas, o cumprimento da meta esconde nuances importantes. O ritmo de crescimento perdeu fôlego ao longo do ano. No quarto trimestre, o PIB avançou 4,5% na comparação anual, abaixo dos 4,8% registrados no trimestre anterior, embora em linha com as expectativas do mercado. Na comparação trimestral, a expansão foi de 1,2% entre outubro e dezembro, um leve ganho frente ao 1% do terceiro trimestre, sugerindo estabilidade, mas não aceleração.

    O próprio comunicado oficial reconhece o cenário desafiador. Segundo o NBS, 2025 foi marcado por “mudanças complexas no ambiente econômico doméstico e global”. A resposta, afirma o órgão, foi uma execução rigorosa das diretrizes do Partido Comunista da China (PCC) e do Conselho de Estado, com políticas macroeconômicas “mais proativas e eficazes”.

    Na prática, porém, o mercado doméstico continua sendo o elo mais frágil. O consumo segue morno, pressionado por renda disponível ainda incerta e por uma confiança do consumidor afetada pela prolongada crise no setor imobiliário. O desemprego urbano ficou em 5,2% em 2025, praticamente estável em relação ao ano anterior.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    O mercado não espera — e você também não pode!
    Com a Veja Negócios Digital , você tem acesso imediato às tendências, análises, estratégias e bastidores que movem a economia e os grandes negócios.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Veja Negócios impressa todo mês na sua casa, além de todos os benefícios do plano Digital Completo
    De: R$ 26,90/mês
    A partir de R$ 9,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.