Como funciona o modelo de extrativismo da multinacional dōTERRA na Amazônia
Empresa oferece remuneração 15% a 20% acima da média do mercado para pequenos produtores da região
A fabricante de óleos essenciais dōTERRA o extrativismo amazônico como parte da sua estratégia ESG. A multinacional estruturou na região Norte do país um modelo de fornecimento de óleo de copaíba e breu-branco, que permite ampliar produção sem derrubar árvores e cria previsibilidade econômica para pequenos produtores da região.
A empresa compra mais de 20 toneladas por ano de óleos de copaíba e breu-branco de extrativistas indígenas, ribeirinhos e quilombolas distribuídos pelo Amazonas, Pará e Amapá. A operação sustenta 185 empregos, e atinge 611 pessoas, e oferece remuneração 15% a 20% acima da média do mercado.
A extração é feita a partir de incisões controladas no tronco da copaibeira, modelo que reduz impacto ambiental e preserva práticas tradicionais. Além do fornecimento, a companhia também investe em treinamentos de boas práticas ambientais e segurança, além de fornecer EPIs para os extrativistas. A dimensão social inclui investimento de R$ 500 mil em equipamentos médicos no Pará e no Amazonas e R$ 250 mil em infraestrutura educacional, como construção e reforma de escolas.








