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Dólar e Ibovespa avançam em dia de baixa liquidez com feriado nos EUA

Investidores digerem 'idas e vindas' do governo sobre IOF e novo recuo de Trump nas tarifas sobre a União Europeia

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 Maio 2025, 17h58 •
  • Em dia de liquidez reduzida devido ao feriado de “Memorial Day” nos Estados Unidos, o que manteve as bolsas fechadas por lá, o dólar encerrou em alta de 0,52%, cotado a 5,66 reais, enquanto o Ibovespa avançou 0,23% no fim do pregão, aos 138.136 pontos.

    No cenário doméstico, os investidores ainda repercutem a decisão do governo de elevar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que aconteceu no fim da semana passada. Na última quinta-feira, 22, os ministérios do Planejamento e do Orçamento e da Fazenda afirmaram que diversas operações, inclusive no exterior e câmbio, passariam a pagar uma fatia de IOF maior — mais uma manobra para tentar viabilizar novas arrecadações do Estado.

    No entanto, o ministro Fernando Haddad recuou horas depois do anúncio, o que lembrou os movimentos incertos e conturbados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação ao “tarifaço” contra diversas economias globais. “Nós entendemos que, pelas informações recebidas, valia a pena fazer uma revisão desse item para evitar especulações sobre objetivos que não são próprios da Fazenda nem do governo”, explicou o ministro em pronunciamento oficial.

    Com o tema ainda em voga e o vaivém do governo, investidores vêm mantendo o pé no freio, com baixa exposição a ações locais e busca por dólar, à espera de novidades sobre o tema, em especial na expectativa de novos cortes de gastos — e não aumento de impostos –, como se viu no congelamento do Orçamento de 2025 por meio de contingenciamento e bloqueio de gastos.

    Na agenda de indicadores, o Banco Central divulgou o Boletim Focus da semana, com alta nas projeções dos economistas para o crescimento da economia do país neste ano. O Produto Interno Bruto (PIB) deve avançar 2,14% em 2025, acima dos 2,02% projetados na semana passada. Quanto à inflação, a projeção de 5,5% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano foi mantida, assim como as expectativas para a taxa Selic, em 14,75% pelo resto do ano.

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    No exterior, Trump recuou mais uma vez da imposição de tarifas comerciais para a União Europeia. Na última sexta-feira, 23, ele declarou que a taxa de 50% para produtos importados europeus passaria a valer a partir de 1º de junho. No final de semana, após um telefonema com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ele voltou atrás e instaurou uma trégua até o dia 8 de julho.

    Agora, o mercado aguarda os indicadores econômicos que sairão durante a semana. Amanhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA-15, em semana marcada ainda pela divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, na quinta-feira, e do PIB do primeiro trimestre, na sexta-feira.

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