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Em ano de tarifaço, exportações brasileiras crescem 3,5% e batem recorde

Com avanço das importações, saldo comercial de 2025 caiu 8% na comparação com o ano anterior, mas é o terceiro maior da história

Por Juliana Elias Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 6 jan 2026, 15h34 • Atualizado em 6 jan 2026, 16h34
  • A receita do Brasil com exportações teve um crescimento de 3,5% em 2025, e somaram 348,7 bilhões de dólares. Trata-se do maior valor já registrado, de acordo com os dados da balança comercial divulgados nesta terça-feira, 6, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. As importações também bateram recorde: elas cresceram 6,7% e atingiram 280,4 bilhões de dólares.

    Como resultado, o saldo comercial, que é a diferença entre tudo o que o país vendeu e comprou do resto do mundo, ficou positivo em 68,3 bilhões de reais. Trata-se de um recuo de 7,9% na comparação com 2024, mas, ainda assim, é o terceiro melhor resultado já registrado pelo país na série histórica. “Mesmo com o tarifaço americano e com todas as dificuldades geopolíticas, nós batemos recorde de exportações”, destacou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin., em coletiva a jornalistas.

    Depois de taxar as importações do mundo todo com uma tarifa mínima de 10% em seu grande anúncio de abril, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tomou posse em janeiro passado, aplicou, em agosto, uma sobretaxa de 40% sobre boa parte dos produtos brasileiros, fazendo do país um dos parceiros com a punição comercial mais severa dentre todas que aplicou. Após conversas com o presidente Lula, o tarifaço de 40% acabou sendo aliviado por Trump mais tarde.

    As exportações do Brasil para os Estados Unidos caíram 6,6% em 2025, para 37,7 bilhões de dólares, enquanto as importações de lá para cá subiram 11%, para 45,2 bilhões de dólares. Com isso, a vantagem dos Estados Unidos no comércio com o Brasil, que é historicamente positiva para eles, se ampliou e chegou a 7,5 bilhões de dólares.

    Foi de outros paradeiros que veio o crescimento dos embarques da indústria e o agronegócios brasileiros. A Argentina, um dos maiores parceiros comerciais do Brasil, comprou 31% mais dos produtos brasileiros, enquanto as exportações para o Canadá cresceram 14,8%. As vendas para a China, principal destino das exportações brasileiras, cresceram 6%, para 100 bilhões de dólares, ou pouco menos de um terço do total.

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