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Em semana com Superquarta, mercado reduz projeções de inflação e dólar

Boletim Focus desta segunda-feira não traz mudanças na expectativa de manutenção da taxa de juros no maior nível em quase 20 anos

Por Camila Pati Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 15 set 2025, 09h01 • Atualizado em 15 set 2025, 11h03
  • Na semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para decidir o rumo da taxa de juros no Brasil, os agentes de mercado e economistas consultados pelo Banco Central mais uma vez mantiveram a expectativa de que a autoridade monetária mantenha a Selic em 15% ao ano. Nesta terça-feira, 16, começa a reunião do Copom, cujo resultado será divulgado no início da noite de quarta-feira. Por coincidir com a decisão sobre juros nos Estados Unidos, a quarta-feira dessa semana ganha a alcunha de Superquarta.

    No Brasil, a escalada dos juros começou em setembro do ano passado. Reunião a reunião, a taxa foi subindo, até atingir o maior patamar em quase 20 anos. Na última reunião, porém, o comitê manteve a Selic, com indicação de que o período seria de observação dos efeitos da política monetária restritiva na inflação. Segundo o comitê, a intenção é de manter a taxa também nesta reunião.

    Para o IPCA, índice do IBGE que mede a inflação oficial do Brasil, o mercado financeiro projeta queda de 4,85% para 4,83% nesta segunda-feira, 15. Na quarta-feira passada, foi divulgado o IPCA de agosto com deflação, o que pode ter motivado a revisão do índice. Ainda que revisada para baixo, a mediana das expectativas continua apontando para uma inflação acima do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O objetivo do governo é que o ano registre IPCA de 3%, com limite de tolerância até 4,5%.

    Para 2026, a projeção de inflação do Boletim Focus permaneceu em 4,30%, enquanto a de 2027 recuou de 3,93% para 3,90%.

    Na expectativa mediana dos analistas, a taxa de câmbio passou de R$ 5,55 para R$ 5,50 no fim de 2025, as projeções de 2026 e 2027 seguiram em R$ 5,60. O Produto Interno Bruto (PIB) de 2025 seguiu estável em 2,16%. Já a estimativa para 2026 foi revista de 1,85% para 1,80%, enquanto a de 2027 avançou levemente, de 1,88% para 1,90%.

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