Empresas avançam com cautela na adoção da inteligência artificial
Pesquisa da KPMG mostra que 53% dos executivos aguardam maior clareza regulatória, embora metade já reconheça o potencial transformador da tecnologia
Inteligência artificial (IA) é um assunto sensível nas empresas. Cerca de 53% dos executivos de grandes companhias consultados pela KPMG ainda adotam uma abordagem conservadora em relação à ferramenta até que haja uma clareza regulatória em seus países. Apesar de reticentes, um em cada dois executivos acredita que a tecnologia tem um impacto transformador, mas segue priorizando a preparação e a divulgação das normas para alinhamento com a equipe e os investidores.
Com reportagem de Bruno Andrade
Publicado em VEJA, janeiro de 2026, edição VEJA Negócios nº 22







