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Governo Central tem superávit de R$ 86,9 bilhões em janeiro

O resultado positivo de janeiro foi o maior para o mês desde 2022, de acordo com a série histórica do Tesouro Nacional

Por Camila Pati Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 fev 2026, 09h16 • Atualizado em 25 fev 2026, 09h54
  • O governo central, que reúne as contas do Tesouro Nacional, do Banco Central e da Previdência Social, teve superávit primário de 86,9 bilhões de reais em janeiro de 2026,  acima de janeiro de 2025, quando o resultado foi de 85,1 bilhões de reais. O número ficou acima da mediana das previsões do mercado financeiro, coletadas no Prisma Fiscal, que projetava 84,7 bilhões de reais.

    Em valores reais, o superávit de janeiro foi o maior para o mês desde 2022, de acordo com a série histórica do Tesouro Nacional. No mês o governo também bateu recorde de arrecadação com impostos, contribuições e demais receitas: foram 325,8 bilhões de reais arrecadados.

    No acumulado em doze meses até janeiro, porém, o governo central ainda registra resultado negativo, com déficit de 62,7 bilhões de reais, equivalente a 0,47% do PIB. A receita líquida cresceu 1,2% em termos reais frente a janeiro de 2025, puxada por imposto de renda, IOF e contribuições previdenciárias. Ao mesmo tempo, despesas avançaram 2,9%, com alta nos benefícios previdenciários e na folha de pagamento do funcionalismo.

    A Previdência continua no vermelho: o Regime Geral de Previdência Social teve déficit de 20,6 bilhões de reais no mês e o rombo ampliado do sistema chega a 441,8 bilhões de reais em doze meses. A Lei Orçamentária prevê déficit primário de 22,9 bilhões de reais em 2026.

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