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Quando a alíquota de 15% é uma notícia positiva

Republicano havia anunciado em abril que a taxa mínima seria de 10%, mas agora, subiu o percentual. O limite é 50%, a tarifa aplicada ao Brasil

Por Tássia Kastner
24 jul 2025, 08h05 •
  • Como um troll, Donald Trump vai passando pela economia global deixando rastros de destruição. O americano decidiu, agora, que a tarifa de importação mínima que aplicará sobre os países será de 15%, e não os 10% inicialmente anunciados em abril. E que a alíquota máxima, por enquanto valendo apenas sobre o Brasil, é de 50%.

    Por ora, o que os EUA têm comunicado é que países que firmarem acordos comerciais que beneficiem os americanos serão agraciados com apenas 15% de sobretaxa.

    Isso têm fingido normalidade. Os futuros do S&P e do Nasdaq avançam, enquanto o Dow Jones cede. Na Europa, as bolsas também avançam sob a expectativa de que um acordo com Trump garanta à União Europeia a alíquota “mínima” de 15%.

    A quinta-feira volta a ter agenda relevante, com a decisão do Banco Central Europeu sobre os juros do bloco. A expectativa é de manutenção da taxa, apesar da inflação ter caído para a meta. O que tem segurado novos cortes por lá é o medo de que as tarifas de Trump levem a uma alta nos preços.

    Já o Brasil segue de mãos atadas, sem possibilidade de negociação. O jeito, por enquanto, é apostar em um plano de contingência, para proteger a indústria nacional. O governo brasileiro, por ora, tem evitado falar em retaliação.

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    Por aqui, a Receita divulga o resultado da arrecadação federal em junho, após o Executivo ter falado em recuperação na coleta de impostos via IR. O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, segue a tendência positiva do exterior e começa o dia em alta.

    Será, de qualquer forma, uma quinta-feira agitada. No fim do dia, o troll atacará novamente. Em seu projeto de minar a independência do Fed, Donald Trump fará uma ‘visita’ à instituição.

    Agenda do dia

    9h15: BCE anuncia decisão de política monetária; Christine Lagarde fala à imprensa às 9h45
    9h30: EUA publicam pedidos semanais de auxílio-desemprego 
    10h30: Receita Federal divulga arrecadação de junho
    15h: Reunião do CMN
    17h: Trump visita o Fed

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    Balanços

    Antes da abertura: American Airlines 
    Após o fechamento: Intel (NY) e Multiplan (Brasil)

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