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Ídolo do Bahia e do Ceará, ex-atacante morre aos 53 anos

Vítima de complicações renais que culminaram em uma parada cardiorrespiratória, Reinaldo Aleluia deixa um legado de entrega e conexão com a torcida

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 mar 2026, 12h31 | Atualizado em 5 mar 2026, 17h25

Nesta quinta-feira, 5, o futebol brasileiro perdeu Reinaldo de Aleluia Silva, o Reinaldo Aleluia, aos 53 anos. Vítima de complicações renais que culminaram em uma parada cardiorrespiratória, o ex-atacante deixa um legado de velocidade, entrega e uma conexão raramente vista entre o ídolo e a massa.

Revelado nas divisões de base do Bahia em meados da década de 1990, Aleluia personificava o espírito do “Tricolor de Aço”. Em uma época onde o drible seco e o “mano a mano” eram a alma do jogo, ele se destacava pela explosão física e pela coragem de encarar defesas adversárias sem hesitar.

Embora tenha rodado o mundo — com passagens  pela Tunísia e por outros gigantes do Nordeste, como o Ceará, onde também atingiu o status de lenda — foi no Bahia que ele deu seus primeiros passos e onde sempre manteve seu coração ancorado.

Nos últimos anos, ele se tornou uma figura onipresente nos Consulados de Torcedores. Seja em Salvador ou em cidades do interior, Reinaldo era o convidado de honra que não se comportava como autoridade, mas como um igual. Ele frequentava os encontros, participava das resenhas e, com a mesma humildade com que saía da base, ouvia histórias dos torcedores e relembrava seus gols como se tivessem acontecido ontem.

A partida prematura de Aleluia deixa um vazio nas alas direitas dos campos de várzea e nos encontros de torcidas organizadas. Ele nos deixa em um dia triste para o esporte, mas sua trajetória serve como um lembrete de que o futebol, em sua essência mais pura, é feito de pessoas que amam o que fazem e que nunca esquecem de onde vieram.

O Bahia, o Ceará e todo o futebol nordestino perdem um velocista, mas ganham uma memória eterna. O “Raio” parou de correr, mas o eco de seus arrancos continuará vibrando toda vez que um jovem da base vestir a camisa tricolor e sonhar em um dia ser, apenas por um minuto, tão querido quanto Reinaldo Aleluia.

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