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João Fonseca avalia ano excepcional e progressão no circuito: ‘Tudo valeu a pena’

Brasileiro começa 2026 como cabeça de chave em Brisbane em preparação para o Australian Open

Por Caio Saad Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 dez 2025, 11h18 • Atualizado em 11 dez 2025, 11h30
  • Depois de um ano excepcional, o tenista João Fonseca analisou brevemente a sua temporada 2025 e a chegada de novos patrocinadores, que se juntam a uma lista de peso.

    “Está tudo indo de uma forma muito natural, mas ao mesmo tempo muito boa. É muito legal ver, depois de um ano muito bom”, disse a jornalistas antes de exibição com o espanhol Carlos Alcaraz, número 1 do mundo, na última segunda-feira, 8. “Eu consegui jogar o quali do Australian Open e agora serei, provavelmente, cabeça de chave”.

    Fonseca começa a temporada 2026 como sexto cabeça de chave no ATP 250 de Brisbane, na Austrália, marcado de 4 a 11 de janeiro, já como preparação para o Australian Open, onde também deve conseguir posição para fugir de duelos com os principais nomes do torneio nas duas primeiras rodadas.

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    Além dos Challengers de Camberra e Phoenix, João levantou os troféus do ATP 250 de Buenos Aires e do 500 da Basileia, encerrando sua primeira temporada profissional como 24º do ranking da ATP, um desempenho superior ao de Roger Federer, Rafael Nadal, Jannik Sinner e do próprio Alcaraz em seus anos de estreia no circuito. Apenas Novak Djokovic teve retrospecto melhor, terminando seu ano de novato em 16º lugar no ranking mundial, em 2006.

    Segundo o brasileiro, é “simplesmente realizador ver que tudo valeu a pena”, além de ter um sentimento de que está sendo valorizado por marcas que chegaram para apoiá-lo.

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    No início do mês, Fonseca anunciou parceria com o Mercado Livre e, alguns dias depois, com a Claro. Aos 19 anos, ele já tem acordos com a ON Running, marca de artigos esportivos do empresário Jorge Paulo Lemman e do ex-tenista Roger Federer; Rolex, tradicional marca de relógios de luxo; XP Investimentos; JF Living, empreiteira de luxo do empresário Jorge Felipe Lemann; e Yonex, fornecedora das raquetes usadas pelo atleta. As empresas e a equipe de Fonseca não falam em números, mas todos os contratos são de “longa duração” — a XP, por exemplo, assinou por cinco anos com ele em junho de 2024.

    + ‘Sem clube para perturbar a cabeça’, Ronaldo troca investimentos no futebol pelo tênis

    Para Thiago Freitas, COO da Roc Nation Sports no Brasil, empresa de entretenimento que gerencia a carreira de centenas de atletas, já é razoável pensar que João possa ter contratos de patrocínio maiores, em termos relativos e atualizados, que Guga Kuerten. Maior tenista masculino da história do Brasil, ele foi número 1 do mundo em 2000 e é três vezes vencedor de Roland Garros.

    “O poder dos atletas está crescendo mais do que o dos torneios e dos esportes. As figuras individuais são atrações de peso cada vez maior na indústria”, destaca Freitas.

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    Na segunda-feira, Alcaraz levou a melhor sobre Fonseca no Miami Tennis Invitational presented by Itaú por parciais de 7/5, 2/6 e 10/8. O resultado da exibição, que não vale pontos no circuito, não ofusca nem de longe o que promete a temporada do brasileiro. Leia a análise de VEJA sobre a partida.

    *A reportagem viajou a Miami a convite do Itaú.

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