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O caos em Paris após conquista do PSG na Champions

Ministro do Interior atuação 'vigorosa' das forças de segurança

Por Redação 31 Maio 2025, 19h47 • Atualizado em 31 Maio 2025, 20h01
  • Após a conquista inédita do Paris Saint-Germain (PSG) na Champions League, foram registrados confrontos torcedores e a polícia em Paris.

    O ministro do Interior da França, Bruno Retailleu, afirmou que os “verdadeiros fãs do PSG estão animados com a performance do time”, e disse que “bárbaros” saíram às ruas para provocar a polícia. “Pedi às forças de segurança interna que reagissem vigorosamente aos abusos”, completou, na rede social X. Retailleu afirmou ainda: “É insuportável que não seja possível festejar sem temer a selvageria de uma minoria de bandidos que não respeita nada.”

    A polícia na Champs-Élysées reagiu com gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Um porta-voz da polícia disse que um carro foi incendiado perto do Parc des Princes e que várias dezenas de pessoas foram presas até o final da partida.

    O primeiro-ministro François Bayrou pediu por uma “festa linda”. Cerca de 5.400 policiais foram mobilizados na cidade para as comemorações.

    Conquista inédita da Champions

    O Paris Saint-Germain conquistou, neste sábado, 31, seu primeiro título da Uefa Champions League, ao vencer a Inter de Milão em uma goleada histórica por 5 a 0, a maior diferença de gols em uma final da competição. A partida foi disputada em Munique, na Alemanha, e consagrou a equipe francesa com o sonhado título na primeira edição da competição em um novo formato. Com a vitória, o zagueiro Marquinhos, atleta do clube parisiense, se tornou o segundo brasileiro a erguer o troféu europeu como capitão. 

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    O caminho para o título foi aberto bem cedo, logo aos 11 minutos do primeiro tempo, com uma curiosidade: autor do primeiro gol, o lateral marroquino Hakimi recebeu livre do francês Doué na pequena área e teve apenas o trabalho de empurrar a bola para as redes, mas não comemorou com euforia, como esperado. Ex-jogador da Inter de Milão, campeão da liga italiana com o clube, ele levantou os braços em sinal de respeito aos torcedores adversários. 

    Não demorou muito para que o segundo gol saísse, consagrando o protagonista da final: depois da assistência, Doué, jovem de 19 anos, apareceu para aumentar a vantagem aos 20 minutos da primeira etapa. Ele voltaria a marcar, já no início do segundo tempo, para fazer 3 a 0, antes de Kvaratskhelia e Mayulu completarem o placar. 

    Com o título, o PSG encerrou um jejum que se estendia desde sua fundação, em 1970: irrigado com a fortuna de um fundo ligado ao Governo do Catar, o clube francês mudou de patamar no futebol europeu há cerca de 15 anos e, desde então, tinha como principal sonho a conquista da Champions League. Para isso, contratou estrelas de nível mundial nos últimos anos, como Messi, Neymar, Mbappe e Ibrahimovic e chegou a bater na trave em 2021, quando amargou o vice-campeonato da competição.

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    A ‘orelhuda’, como é chamada a taça do principal campeonato europeu, contudo, veio apenas neste ano com um elenco mais jovem e bem menos estrelado, que tem no francês Ousmane Dembele sua principal referência. 

    Com o título, Marquinhos se tornou o segundo brasileiro a erguer a taça da Champions League como capitão, feito que só havia sido conquistado pelo lateral-esquerdo Marcelo, quando foi campeão em 2022 com o Real Madrid.

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