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O que disse Max Verstappen sobre os novos carros da Fórmula 1

O campeão holandês de 28 anos, conhecido por não ter papas na língua, detonou o novo monoposto

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 fev 2026, 18h00 • Atualizado em 12 fev 2026, 18h09
  • O tetracampeão mundial Max Verstappen (Red Bull) disse nesta quinta-feira, 12, ao final do segundo dia de testes oficiais no Bahrein para a temporada 2026, que os novos carros da Fórmula 1 – com motor, chassi e aerodinâmica completamente reformulados – são como os de uma “Fórmula E com esteroides”.

    “Não é muito a Fórmula 1. Parece mais a Fórmula E com esteroides. Mas o regulamento é o mesmo para todos, então vamos ter que lidar com isso”, brincou Verstappen com a imprensa no circuito de Sakhir, enquanto sua Red Bull com motor Ford terminou o dia na 17ª posição.

    “Simplesmente não é Fórmula 1. Talvez seja mais vantajoso pilotar na Fórmula E, não é? Porque lá tudo gira em torno da energia, eficiência e gerenciamento. Então, em termos de pilotagem, não é muito divertido”, insistiu o holandês de 28 anos, conhecido por não ter papas na língua.

    O novo regulamento técnico para motores e chassis modifica profundamente os carros da principal categoria do automobilismo: os 22 monopostos, com aerodinâmica reformulada, possuem motores híbridos e contam com um novo botão “boost” para acelerações repentinas a fim de facilitar as ultrapassagens.

    A Ferrari do monegasco Charles Leclerc completou 139 voltas no circuito, registrando o tempo mais rápido do dia (1m34s273), com 511 milésimos de vantagem sobre o atual campeão mundial, o britânico Lando Norris, que completou 149 voltas a bordo da McLaren. O australiano Oscar Piastri, companheiro de equipe de Norris, assumirá o volante na sexta-feira.

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    A questão da potência dos motores é o foco principal dos testes no Bahrein, cujas duas sessões acontecem em fevereiro (de 11 a 13 e de 18 a 20): na quarta-feira, o heptacampeão mundial Lewis Hamilton (Ferrari) pediu à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) que garanta que todas as equipes estejam “em igualdade de condições”, focando em uma suposta vantagem do motor Mercedes, que também equipa McLaren, Alpine e Williams.

    Diversas equipes acusam a escuderia alemã de ter encontrado uma brecha no novo regulamento para conseguir mais potência do que o limite autorizado.

    A surpresa do dia veio mais uma vez da Haas, equipada com motores Ferrari. Depois de o francês Esteban Ocon ter registrado o quarto melhor tempo na quarta-feira, seu companheiro de equipe, o britânico Oliver Bearman, ficou em terceiro, sendo 1,121 segundos mais lento em relação a Leclerc.

    (Com AFP)

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