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Quais medidas as autoridades vão tomar após a barbárie das torcidas em Pernambuco

O governo pernambucano anunciou que as duas equipes não poderão contar com torcedores em seus estádios nas próximas cinco partidas

Por Redação Atualizado em 3 fev 2025, 10h55 - Publicado em 3 fev 2025, 10h36

No sábado, 1º, membros das torcidas organizadas do Sport e do Santa Cruz se envolveram em violentos confrontos nas ruas do Recife, resultando em feridos – um homem chegou a ser violentado sexualmente enquanto estava desmaiado no chão – e detidos. Em resposta, o governo de Pernambuco anunciou que as duas equipes não poderão contar com a presença de torcedores em seus estádios nas próximas cinco partidas, tanto no Campeonato Pernambucano quanto na Copa do Nordeste. A medida visa coibir a violência no futebol e garantir a segurança nos estádios.

A governadora Raquel Lyra detalhou em suas redes sociais outras ações para combater o problema, como a implementação de cadastro biométrico e reconhecimento facial na compra de ingressos. Ela também destacou o trabalho conjunto com o Ministério Público para punir os responsáveis pelos atos de vandalismo. “Cerca de 700 policiais foram mobilizados, e os feridos estão sendo atendidos no Hospital da Restauração”, disse ela, em pronunciamento. “Não permitiremos que a violência prevaleça no futebol pernambucano.”

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No entanto, a decisão de proibir torcedores nos estádios foi criticada pelo Sport. Em nota publicada no domingo, 2, o clube lamentou os episódios de violência, mas discordou da medida, argumentando que ela penaliza os torcedores pacíficos e não resolve o problema da impunidade dos criminosos. O Leão também ressaltou que não é responsável pela segurança pública e que falhas no planejamento das autoridades permitiram os confrontos. “O clube não aceitará essa decisão e tomará as medidas cabíveis, inclusive judiciais, para defender seus direitos e os de sua torcida”, disse a nota.

O que diz a Secretaria de Defesa Social?

Já o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro de Carvalho, afirmou que “não houve falha no policiamento” durante as brigas entre torcidas. “Vimos as imagens”, disse Carvalho, em entrevista coletiva. “São fortes. Posso dizer que não houve falha no policiamento. O que precisamos é encarar que existem torcedores e existem aqueles que querem brigar, que podem ocasionar feridos e mortos. Isso nós vamos apurar.” 

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Os confrontos ocorreram antes do clássico entre Santa Cruz e Sport, que foi mantido apesar da confusão. Doze pessoas foram levadas ao Hospital da Restauração, sendo que três permaneceram internadas. A Secretaria de Defesa Social informou que 14 pessoas foram detidas e cerca de 650 torcedores foram revistados e acompanhados até o estádio.

As cenas de violência, amplamente divulgadas nas redes sociais, reacenderam o debate sobre a segurança nos estádios e a necessidade de medidas eficazes para garantir que o futebol seja um espaço de paz e convivência.

Internados

O Hospital da Restauração (HR), no Recife, informou no domingo, 2, que permanecem internadas quatro pessoas feridas na briga entre torcidas do Santa Cruz Futebol Clube e Sport Club do Recife, ocorrida antes do jogo entre as equipes no sábado, 1º. O estado de saúde delas é estável, segundo o hospital.

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De acordo com a Secretaria de Defesa Social (SDS) do estado de Pernambuco, seis pessoas foram presas em flagrante em Recife e encaminhadas para audiência de custódia. Foram presas também em flagrante mais quatro pessoas em Paulista (PE), e mais três em Cabo de Santo Agostinho (PE). Todas envolvidas na briga de torcidas.

(Com Agência Brasil)

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