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Ao lado da França, 14 países sinalizam intenção de reconhecer Estado da Palestina

Novo compromisso é resultado de uma conferência das Nações Unidas, organizada pela Arábia Saudita e França, para incentivar a solução de dois Estados

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 jul 2025, 16h46

Ao lado da França, 14 países sinalizaram a intenção de reconhecer o Estado da Palestina através de uma carta conjunta divulgada nesta quarta-feira, 30. O comunicado ocorre uma semana após o governo francês anunciar que formalizará o reconhecimento do Estado palestino na próxima Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro.

“Já reconhecemos, expressamos ou expressamos a disposição ou consideração positiva de nossos países em reconhecer o Estado da Palestina como um passo essencial rumo à solução de dois Estados, e convidamos todos os países que ainda não o fizeram a se juntarem a este chamado”, disse a declaração, que também condenou “o hediondo e antissemita ataque terrorista (do Hamas) de 7 de outubro de 2023″.

O documento foi assinado pelos ministros das Relações Exteriores de Andorra, Austrália, Canadá, Finlândia, França, Islândia, Irlanda, Luxemburgo, Malta, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, San Marino, Eslovênia e Espanha. O novo compromisso é resultado de uma conferência das Nações Unidas, organizada pela Arábia Saudita e França, para incentivar a solução de dois Estados, que prevê a criação e coexistência do Estado da Palestina e do Estado de Israel.

+ Reino Unido vai reconhecer Estado palestino em 2 meses, a menos que Israel aceite cessar-fogo

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Na véspera à declaração, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que seu país se juntará à França e reconhecerá o Estado da Palestina na próxima Assembleia Geral da ONU, a menos que Israel concorde com um cessar-fogo em Gaza e uma solução de dois Estados para o conflito no Oriente Médio. Ao menos 142 dos 193 países-membros da ONU já reconhecem o Estado palestino, segundo a agência de notícias francesa AFP. Entre eles, está o Brasil.

Em nota a respeito de uma reunião do gabinete do premiê nesta terça sobre a guerra Israel-Hamas, Downing Street afirmou que um Estado palestino é “direito inalienável” das populações que hoje vivem em territórios como a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, mas que o objetivo inicial do governo britânico era realizar o reconhecimento de tal país como parte de um processo de paz mais amplo, por meio da chamada solução de dois Estados. O mesmo discurso foi transmitido pela emissora britânica BBC.

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“Devido à situação cada vez mais intolerável em Gaza e à perspectiva cada vez menor de um processo de paz rumo a uma solução de dois Estados, agora é o momento certo para avançar com essa posição”, disse Starmer.

 

 

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