Avião bate em pássaro e faz pouso de emergência após motor pegar fogo nos EUA
Boeing 767 da FedEx ia de Newark para Indianápolis quando incidente ocorreu; motor ficou danificado, mas não há relatos de feridos

Um avião da empresa americana de entregas FedEx precisou fazer um pouso de emergência neste sábado, 1º, após colidir com um pássaro e sofrer danos no motor, que entrou em chamas.
De acordo com a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês), o voo 3609 da empresa precisou retornar para o Aeroporto Internacional Newark Liberty por volta das 8 horas, no horário local, após a colisão que ocorreu durante a decolagem.
“O impacto danificou um dos motores do Boeing 767. O voo estava indo para Indianápolis”, informou, em nota, a FAA. O pouso ocorreu sem intercorrências.
De acordo com a rede CNBC, um porta-voz da FedEx declarou que a aeronave retornou em segurança depois que a tripulação declarou emergência. Ele também agradeceu à agilidade dos socorristas e, segundo autoridades locais, ninguém ficou ferido.
Imagens publicadas nas redes sociais mostram o avião com o motor pegando fogo em pleno voo e também na hora da aterrissagem. Segundo o jornal The New York Times, havia três pessoas a bordo quando o incidente ocorreu.
Acidentes aéreos
Problemas com voos, relacionados a falhas ou incidentes, têm sido relatados com maior frequência em diversos países nos últimos meses. No mês passado, uma aeronave da Delta “capotou” em um aeroporto no Canadá e deixou 17 feridos.
No fim de janeiro, um grave acidente matou 64 pessoas em Washington, nos Estados Unidos, depois que um avião comercial e um helicóptero militar com três soldados bateram no ar. Neste mês, no estado americano do Arizona, um jatinho executivo derrapou ao aterrissar por falha no trem de pouso, bateu em um avião e uma pessoa morreu.
No Brasil, segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), vinculado à Força Aérea, o número de ocorrências está aumentando. Foram registrados 44 acidentes com vítimas fatais no ano passado, número 47% maior do que os 30 casos de 2023.