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Câmara dos EUA quer proibir DeepSeek em celulares de funcionários

IA chinesa chocou Vale do Silício ao lançar modelo equivalente aos americanos, mas mais econômico; deputados citam preocupação com segurança nacional

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 fev 2025, 09h20

Dois deputados dos Estados Unidos se preparam para apresentar um projeto de lei nesta sexta-feira, 7, com objetivo de proibir o DeepSeek, inteligência artificial chinesa semelhante ao ChatGPT da OpenAI, em celulares de funcionários do governo.

Os deputados Darin LaHood, republicano de Illinois, e Josh Gottheimer, democrata de Nova Jersey, afirmam que a medida se trata de uma questão de segurança nacional, fazendo do DeepSeek o alvo mais recente da batalha por hegemonia tecnológica entre os Estados Unidos e a China.

Há duas semanas, o DeepSeek chocou o Vale do Silício e Wall Street ao lançar um modelo avançado de IA, chamado R1, com os mesmos recursos dos principais modelos americanos, apesar de ser mais barato, usar semicondutores menos avançados e consumir menos energia. O avanço da startup chinesa, que tem apenas um ano de idade e está sujeita a restrições de exportação dos chips americanos mais poderosos, alimentou preocupações de que os Estados Unidos podem ficar atrás da China na área de inteligência artificial.

Paralelos com TikTok

Se aprovado, o projeto de lei daria 60 dias para que agências governamentais desenvolvessem padrões e diretrizes para remover o DeepSeek — assim como qualquer outro aplicativo desenvolvido por sua controladora, a High Flyer — de dispositivos oficiais. A proposta segue movimentos semelhantes da Austrália, Itália e Taiwan.

A linguagem do projeto ecoa o texto da proposta que busca banir o acesso ao TikTok nos Estados Unidos, devido a preocupações de que a dona do aplicativo, a chinesa ByteDance, possa compartilhar dados confidenciais de usuários americanos com o governo da China.

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Agências federais e estaduais começaram a proibir o uso do TikTok em celulares de funcionários em 2022. E a ByteDance agora tem menos de 60 dias para vender o aplicativo, antes que ele seja banido nos Estados Unidos, mediante a lei que foi aprovada com apoio bipartidário no ano passado. O prazo foi estendido pelo presidente americano, Donald Trump, em janeiro.

“O Partido Comunista Chinês deixou bem claro que vai explorar qualquer ferramenta à sua disposição para minar nossa segurança nacional, espalhar desinformação prejudicial e coletar dados sobre americanos”, disse Gottheimer em um comunicado. “Simplesmente não podemos arriscar que o PCC se infiltre nos dispositivos de funcionários do governo e coloque em risco nossa segurança nacional. Já conhecemos o manual da China com o TikTok e não podemos permitir que isso aconteça novamente.”

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