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Casa Branca de Trump diz que 538 imigrantes foram presos e ‘centenas’ deportados

'A maior operação de deportação em massa da história está em andamento', diz porta-voz do governo, que compartilhou levantamento

Por Redação Atualizado em 24 jan 2025, 08h49 - Publicado em 24 jan 2025, 08h37

Autoridades dos Estados Unidos já prenderam 538 imigrantes “ilegais criminosos” e deportaram “centenas” em uma grande operação nos primeiros dias do segundo mandato do recém-empossado presidente Donald Trump, informou a secretária de imprensa da Casa Branca na noite de quinta-feira 23.

“A Administração Trump prendeu 538 imigrantes ilegais criminosos e deportou centenas em aviões militares”, disse Karoline Leavitt na rede social X, antigo Twitter. “A maior operação de deportação em massa da história está em andamento”, completou.

Anteriormente, em entrevista à Fox News, ela havia afirmado que o novo governo “está usando todos os recursos de seu poder executivo para proteger as fronteiras do nosso país” e que quer enviar uma mensagem “muito clara para o resto do mundo: se você estiver pensando por um segundo em entrar ilegalmente em nosso país e violar as leis dos Estados Unidos da América, você enfrentará consequências por isso”.

A ICE, a temida polícia de imigração, confirmou “538 prisões” e “373 ordens de detenção” em uma “atualização de aplicação da lei” no X. O órgão emite essas ordens para estrangeiros que foram presos por acusações criminais e que a agência acredita que podem ser deportados, a fim de mantê-los sob custódia.

Rumo à deportação em massa

Durante a campanha, Trump prometeu conduzir “a maior deportação da história dos Estados Unidos”, e nos primeiros dias de governo atuou nesta direção – embora tal operação deva encontrar entraves na Justiça e no caixa, já que estima-se que deportar 1 milhão de imigrantes ao ano, como prometeu, custaria 300 bilhões de dólares.

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Na seara dos imigrantes ilegais, sua primeira medida foi estabelecer emergência nacional na fronteira sul, o que autoriza o redirecionamento de recursos para reforçar a segurança com tropas militares (1.500 soldados extras foram despachados na quarta-feira 22) e a retomada da construção do famoso muro.

Ele também desativou um aplicativo criado no governo Biden para encaminhar pedidos de asilo e suspendeu todas as audiências marcadas. Conforme cansou de prometer, espalhou o terror entre os cerca de 11 milhões de estrangeiros em situação irregular ao autorizar batidas da ICE em santuários como escolas, igrejas e hospitais.

Em outro decreto, Trump classificou as gangues urbanas como organizações terroristas no nível de Al-Qaeda e Estado Islâmico, orientando o Departamento de Justiça a pedir pena de morte para ilegais que cometam crimes graves, uma postura linha-dura respaldada por 55% da população. O mesmo órgão, aliás, baixou orientação para que qualquer funcionário público ou policial que se recuse a cumprir as novas regras do cerco aos imigrantes ilegais seja afastado e processado.

O ato presidencial mais audacioso no quesito imigração é o que anula a concessão automática de cidadania americana a filhos de estrangeiros em situação irregular ou temporária. O direito está previsto na 14ª Emenda à Constituição, que diz que todas as pessoas nascidas nos Estados Unidos são cidadãs do país. Promotores em 22 estados governados por democratas já entraram na Justiça contra o decreto, e na quinta-feira 23 um juiz de Seattle bloqueou temporariamente a medida para análises.

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