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Cela isolada e dois seguranças: como Sarkozy cumpre pena em prisão de Paris

Condenado por associação criminosa em caso referente às eleições de 2007, ex-presidente da França está detido na prisão de La Santé

Por Flávio Monteiro
22 out 2025, 11h16 •
  • O ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, será protegido por dois policiais durante sua estadia na prisão de La Sante, onde cumpre pena por associação criminosa. O objetivo é garantir que ele seja protegido “em vista das ameaças que pesam contra ele”. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira, 22, pelo ministro do Interior francês, Laurent Nuñez.

    Uma equipe de segurança será responsável por estabelecer um rodízio em volta de Sarkozy, com dois agentes posicionados nas celas próximas à do ex-mandatário durante sua estadia na prisão. Para Ñunez, o político “tem direito à proteção devido ao seu status”.

    “Obviamente há uma ameaça contra ele, e essa proteção será mantida enquanto ele estiver detido”, declarou o ministro do Interior.

    Na terça-feira 21, Sarkozy começou a cumprir sua pena de cinco anos na unidade de isolamento de La Santé, em Paris, onde os detentos são mantidos em celas individuais, sem contato com outros presos, até mesmo durante suas atividades ao ar livre.

    + Nicolas Sarkozy: ex-presidente francês chega à prisão em Paris para início de pena

    De acordo com o guarda Hugo Vitry, líder de um sindicato local da categoria, os demais agentes de segurança da penitenciária não foram informados sobre a equipe de proteção vinculada ao ex-presidente. “Entramos em contato com a administração da prisão e o Ministério da Justiça para exigir explicações”, declarou ele à emissora BFM.

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    Sarkozy, de 70 anos, foi presidente da França entre 2007 e 2012. Ele foi condenado por associação criminosa no chamado caso Gaddafi, um esquema de financiamento ilegal durante sua campanha presidencial, na qual o ex-mandatário teria contado com o patrocínio do ditador da Líbia à época, Muammar Gaddafi.

    Na visão do ex-presidente, que nega ter cometido qualquer crime, a condenação teve motivação política. Os advogados de Sarkozy declararam ter entrado com um pedido de libertação antecipada e esperam que o político esteja fora de La Santé até o Natal.

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