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Como Paraguai atingiu menor nível de pobreza desde 1997

Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas paraguaio refletem segundo ano consecutivo de melhora

Por Júlia Sofia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 mar 2025, 16h03

A taxa de pobreza no Paraguai caiu para 20,1% em 2024, o menor nível desde 1997, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) paraguaio na quinta-feira, 27. O avanço reflete um segundo ano consecutivo de melhora e destaca o impacto de políticas sociais implementadas pelo governo de Santiago Peña.

Desde agosto de 2023, quando Peña assumiu a Presidência, cerca de 270 mil paraguaios estavam dentro ou abaixo da linha da pobreza, incluindo mais de 91 mil que estavam em situação extrema. O relatório do INE atribui esse avanço a programas voltados para os setores mais vulneráveis, como o “Fome Zero nas Escolas”, que forneceu refeições diárias para 450 mil crianças em 90 distritos, aliviando os custos das famílias e incentivando a permanência escolar.

O programa também impactou o crescimento da demanda pela agricultura familiar e pelas micro, pequenas e médias empresas, favorecendo a geração de emprego local.

Outro fator determinante foi a ampliação do programa Tekoporã, um sistema de transferência de renda voltado para famílias em situação de vulnerabilidade. Criado em 2005, o programa busca garantir o acesso a alimentação, saúde e educação por meio de repasses financeiros condicionados à frequência escolar das crianças e a cuidados médicos básicos. Em 2024, o governo lançou a variante “Tekoporã Mbarete”, que aumentou em 25% os valores pagos às famílias beneficiadas.

Além disso, foi implementada a universalização das pensões para idosos, garantindo uma rede de proteção financeira para essa parcela da população.

O desempenho do Paraguai contrasta com a realidade de outros países da América Latina, onde a inflação, o desemprego e a informalidade laboral têm dificultado a recuperação econômica pós-pandemia. O INE ressalta que os resultados recentes indicam uma tendência de melhora sustentada, refletindo diretamente na qualidade de vida da população mais vulnerável.

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