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Coreia do Norte se irrita com submarino dos EUA na Coreia do Sul e faz ameaças

Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano, Kim Jong-un, prometeu ampliar capacidades de 'guerra nuclear' do país

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 24 set 2024, 09h07 • Atualizado em 24 set 2024, 14h49
  • Kim Yo-jong, a poderosa irmã do líder norte-coreano, Kim Jong-un, prometeu nesta terça-feira, 24, aumentar as capacidades de guerra nuclear do país, em reação à recente chegada de um submarino americano movido a energia nuclear na Coreia do Sul.

    Autoridades da Coreia do Norte tem falado repetidamente em expandir seu arsenal nuclear, mas a última ameaça vem depois que o país aumentou as tensões regionais ao divulgar a construção de uma planta de enriquecimento de urânio e testar um novo míssil balístico capaz de transportar “super-ogivas” no início deste mês.

    Em declaração divulgada pela mídia estatal, Kim Yo-jong disse que a visita do submarino “revela claramente os movimentos estratégicos e militares frenéticos dos Estados Unidos”. Segundo ela, a Coreia do Norte deve reforçar sua capacidade de dissuasão nuclear “tanto em qualidade quanto em quantidade, de forma contínua e ilimitada”.

    “Os ativos estratégicos dos Estados Unidos nunca encontrarão seu lugar de descanso na região da Península Coreana”, disse Kim. “Continuaremos a informar que todos os portos e bases militares da Coreia do Sul não são lugares seguros.”

    Aliados e inimigos

    O exército da Coreia do Sul disse que o USS Vermont, um submarino de ataque rápido e com propulsão nuclear, chegou à cidade portuária de Busan, no sudeste do país, na segunda-feira 23, para receber suprimentos e permitir que sua tripulação descansasse.

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    Paradas temporárias de poderosos ativos militares dos Estados Unidos, como porta-aviões, submarinos e bombardeiros, na Coreia do Sul não são incomuns. No entanto, Washington aumentou a frequência da prática no último ano, em demonstração de força contra as crescentes ameaças nucleares da Coreia do Norte.

    Pyongyang costuma responder de forma furiosa a essas visitas, qualificando-as como evidências de intenções hostis de Washington, e reage com testes de mísseis.

    Em 13 de setembro, a mídia estatal da Coreia do Norte publicou fotos de uma planta secreta para enriquecer urânio para armas nucleares. Foi a primeira revelação de uma instalação do tipo desde que acadêmicos americanos visitaram o complexo nuclear de Yongbyon em 2010. Na semana passada, Pyongyang testou um míssil balístico recém-construído, projetado para transportar “uma ogiva convencional supergrande de 4,5 toneladas” e um míssil de cruzeiro modificado.

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