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Coreia do Sul e Austrália suspendem voos do Boeing 737 MAX 8

Acidente com modelo na Etiópia deixou 157 mortos; brasileira Gol também decidiu cancelar voos com a aeronave após tragédia

Por Da Redação
12 mar 2019, 10h45 •
  • Coreia do Sul e Austrália decidiram suspender os voos com o Boeing 737 MAX 8 depois do acidente, no domingo 10, de um avião deste modelo da Ethiopan Airlines que provocou 157 mortes.

    O ministério sul-coreano dos Transportes informou em um comunicado ter aconselhado a Eastar Jet, a única companhia do país que possui o B737-8, a suspender o uso de seus dois aviões deste modelo. A empresa aceitou o pedido do governo.

    A aviação civil australiana também proibiu nesta terça-feira, 12, todos os Boeing 737 MAX em seu espaço aéreo. Shane Carmody, diretor-executivo da Autoridade Australiana de Aviação Civil, diz que a suspensão durará enquanto “estiver acontecendo a coleta de informações e avaliação dos riscos” na segurança da aeronave.

    Embora nenhuma companhia aérea australiana tenha essas aeronaves em sua frota, empresas como a SilkAir, de Singapura, e Fiji Airways, de Fiji, cobrem o trajeto até território australiano com estes aviões.

    A Etiópia, China, Indonésia e Mongólia, entre outros países, também relataram a suspensão das operações deste modelo de aeronave, assim como companhias aéreas mexicanas e argentinas.

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    No Brasil, a Gol anunciou na noite desta segunda-feira 11 que suspendeu a operação de suas sete aeronaves Boeing 737 Max 8. A companhia aérea era a única brasileira a utilizar o modelo.

    O acidente com o avião da Ethiopian Airlines no domingo não deixou sobreviventes. Pouco depois de decolar, a aeronave caiu perto da cidade de Bishoftu, a 42 quilômetros da capital da Etiópia, Adis Abeba.

    Problemas com o modelo

    O Boeing 737 Max 8 é o modelo do avião que caiu na Indonésia em 29 outubro do ano passado, deixando 189 mortos. A aeronave pertencia à companhia Lion Air e tinha três meses de uso — a investigação ainda não chegou a uma conclusão sobre a causa da tragédia.

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    Desde o primeiro acidente, o 737 Max enfrenta ceticismo por parte da comunidade aeroespacial. O programa apresentou problemas ainda na fase de desenvolvimento.

    Em maio de 2017, a Boeing interrompeu os testes de voo dos 737 Max devido a problemas de qualidade do motor produzido pela CFM International, empresa de propriedade conjunta da Safran Aircraft Engines e GE Aviation.

    O último acidente representa um grande golpe para a Boeing, cujos aviões Max são a última versão do 737, sua aeronave mais vendida de todos os tempos, com mais de 10.000 aparelhos produzidos.

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    A fabricante divulgou estar “profundamente entristecida” com o acidente da Ethiopian Airlines, e acrescentou que uma equipe técnica auxiliará nas investigações.

    (Com AFP e EFE)

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