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Democratas planejam forçar votação sobre tarifas de Trump contra o Brasil

Liderados pelo senador Tim Kaine, da Virgínia, grupo pretende suspender emergência nacional estabelecida pelo republicano para justificar as taxas

Por Flávio Monteiro
Atualizado em 16 set 2025, 16h55 - Publicado em 16 set 2025, 15h53

O senador americano Tim Kaine, do Partido Democrata, afirmou que um grupo de parlamentares irá apresentar uma resolução que contesta a base legal utilizada pelo presidente Donald Trump para estabelecer tarifas de 50% ao Brasil.

O plano foi divulgado nesta terça-feira, 16, pela agência de notícias Associated Press.

Em julho, Trump usou uma declaração de emergência nacional para sancionar diferentes países sem passar previamente pelo Congresso.

O episódio, conhecido como ‘tarifaço’, causou insatisfação até mesmo entre republicanos, uma vez que eleva a carga tributária sobre consumidores americanos.

“A instabilidade está gerando enormes preocupações”, disse Kaine, eleito pelo estado da Virgínia.

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De acordo com o senador, os parlamentares republicanos terão que escolher entre “votar com seus eleitores ou votar com o presidente Trump”.

Entre os republicanos contrários às tarifas estabelecidas pela Casa Branca está o senador Rand Paul, do Kentucky. Ele se juntou a Kaine e a outros democratas para apresentar a resolução.

A ideia do grupo é acionar uma lei com décadas de existência que permite a derrubada dos poderes emergenciais de um presidente.

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Nesse cenário, uma votação a respeito das medidas terá que ser realizada. Caso não haja alteração na política, Kaine afirma que irá forçar um novo escrutínio a cada seis meses.

O democrata também disse que apresentará uma segunda resolução, direcionada às tarifas impostas por Trump contra o Canadá.

Em abril, o Senado chegou a aprovar uma resolução que derrubaria as sanções contra o vizinho do norte, mas a Câmara nunca abordou o tema.

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+ ‘Resposta’ dos EUA à condenação de Bolsonaro deve ser anunciada enquanto Lula visita NY

A discussão em torno das tarifas vem em um momento propício, uma vez que a economia americana passa por uma turbulência.

Na semana passada, o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO) afirmou que as taxas de desemprego devem aumentar nesse ano, assim como a inflação, e um dos fatores que motivam o cenário é a política tarifária trumpista.

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No entanto, a maioria do partido republicano tem se alinhado aos objetivos de Trump, recusando qualquer tentativa de bloquear a política comercial e afirmando que o presidente precisa de tempo para trabalhar em acordos com os países afetados.

Atualmente, os Estados Unidos afirmam que as tarifas levantadas contra o Brasil são uma resposta ao processo envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e as políticas tarifárias de Brasília.

No entanto, Washington registrou um superavit comercial superior a 6 bilhões de dólares com o país em 2024.

As principais exportações brasileiras para território americano incluem café, suco de laranja, aço, ferro e petróleo.

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