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Diagnosticado com Covid-19, Boris Johnson estende sua quarentena

Primeiro-ministro revelou resultado positivo para coronavírus há uma semana e diz ainda sentir sintomas da doença

Por Da Redação
3 abr 2020, 13h06 • Atualizado em 3 abr 2020, 13h16
  • O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, diagnosticado com Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, estendeu nesta sexta-feira, 3, sua quarentena por mais uma semana, uma vez que ainda apresenta sintomas leves da doença, incluindo febre.

    “Embora eu esteja me sentindo melhor e tenha feito meus sete dias de isolamento, ainda tenho um dos sintomas, um sintoma menor, ainda tenho febre. De acordo com recomendações do governo, devo continuar meu auto-isolamento até que o sintoma em si vá embora”, disse Johnson em sua conta no Twitter.

    https://twitter.com/BorisJohnson/status/1246042407973662721

    Inicialmente com uma postura a favor do isolamento vertical, no qual as pessoas que compõem o grupo de risco ficam em isolamento enquanto o restante da população segue a rotina, Johnson resolveu recuar diante das projeções de mortes no país caso as medidas de quarentena não fossem tomadas. Estudos encomendados pelo governo britânico projetavam 250.000 mortes se o modelo defendido pelo primeiro-ministro continuasse em vigor.

    Agora, a pior projeção antevê um total de 50.000 mortos pelo coronavírus se as medidas de isolamento adotadas forem desrespeitadas. O governo estima que o país está caminhando para ficar abaixo dos 20.000 óbitos.

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    Para combater a pandemia, o governo britânico inaugurou nesta sexta um hospital de campanha com capacidade para 4.000 leitos e anunciou na quinta-feira 2 que serão realizados 100.000 exames de coronavírus por dia até o fim de abril. No Reino Unido, 38.681 testaram positivo para a doença e 3.611 morreram, segundo a Johns Hopkins University, que faz o monitoramento em tempo real da pandemia.

    No mundo, a Covid-19 infectou mais de 1 milhão de pessoas e matou cerca de 54.000. Apesar de a Europa ser o continente onde ocorreu a maior parte das mortes, as Américas seguem em primeiro lugar no ranking de casos, com os Estados Unidos liderando: 245.000 até a manhã desta sexta.

    (Com Reuters e AFP)

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