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EUA e Colômbia firmam acordo para repatriação de imigrantes e Trump suspende sanções

Governo de Gustavo Petro havia se negado a receber voos com colombianos deportados, mas voltou atrás

Por Redação Atualizado em 27 jan 2025, 08h27 - Publicado em 27 jan 2025, 07h08

Os governos dos Estados Unidos e da Colômbia firmaram um acordo para repatriação de imigrantes ilegais. Desta forma, a gestão de Donald Trump suspendeu as sanções e tarifas que havia decidido impor ao país sul-americano, segundo comunicado da Casa Branca ainda na noite de domingo, 26.

O acordo ocorreu após o governo de Gustavo Petro voltar atrás e aceitar colombianos deportados, inclusive os que forem transportados em aviões militares. No fim de semana, o político havia se negado devido ao tratamento dado aos imigrantes, o que fez Trump impôr tarifas sobre os bens do país.

O presidente colombiano rebateu anunciando que taxaria todos os produtos norte-americanos que entrassem no seu país. Após ele voltar atrás, os EUA suspenderam as sanções, mas disseram que a taxação será adotada se o governo colombiano não cumprir o acordo. Além disso, a retaliação sobre os vistos continua.

“O governo da Colômbia concordou com todos os termos do presidente Trump, incluindo a aceitação irrestrita de todos os estrangeiros ilegais da Colômbia que retornaram dos Estados Unidos, inclusive em aeronaves militares dos Estados Unidos, sem limitação ou atraso”, disse a Casa Branca em comunicado.

“Os eventos de hoje deixam claro para o mundo que os Estados Unidos são respeitados novamente. O presidente Trump espera que todas as outras nações do mundo cooperem totalmente em aceitar a deportação de seus cidadãos ilegalmente presentes nos Estados Unidos”, completou o texto.

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O chanceler colombiano, Luis Gilberto Murillo, afirmou que seu país considera “superado o impasse”. Tanto ele quanto o embaixador Daniel García-Peña viajarão para Washington nesta segunda-feira, 27, para prosseguir com o trabalho conjunto e garantir condições dignas aos cidadãos “detentores de direitos”.

As medidas anunciadas por Washington, agora suspensas, incluíam a imposição de tarifas de 25% sobre todos os produtos colombianos que entram nos Estados Unidos, que subiriam para 50% após uma semana; a proibição de viagens e revogação de vistos para funcionários do governo colombiano; e sanções do tesouro, bancos e finanças contra Bogotá.

A Colômbia é o terceiro maior parceiro comercial dos americanos na América Latina. Já Washington é o maior parceiro comercial de Bogotá, em grande parte devido a um acordo de livre comércio de 2006, que gerou 33,8 bilhões de dólares em comércio bilateral em 2023 e um superávit comercial de 1,6 bilhão de dólares, de acordo com dados do Departamento do Censo dos Estados Unidos.

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