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Explosão na Rússia danifica laboratório que armazena ebola e antrax

Instituto Vector informa não ter havido liberação de material contaminante; Moscou tem histórico de ocultar situações graves

Por Da Redação
17 set 2019, 13h09 • Atualizado em 17 set 2019, 13h51
  • Uma explosão danificou o Instituto Vector, centro de pesquisas de virologia e biotecnologia que armazena amostras de vírus como ebola e antrax, próximo a Koltsovo na Sibéria, na segunda-feira 16. Segundo o comunicado do instituto, não houve vazamento de material biológico.

    O prédio estava recebendo uma reforma no quinto andar quando um cilindro de gás explodiu, ferindo gravemente uma pessoa que segue em tratamento no hospital, segundo o Vector.

    Com o fogo se espalhando rapidamente pelo instituto e o risco de liberação do material armazenado, o Ministério de Emergências enviou uma equipe de 38 bombeiros e treze caminhões para o local.

    Segundo a emissora de televisão RT, o Instituto Vector foi construído durante a Guerra Fria para servir de centro de pesquisas para o extinto programa soviético de armas biológicas, armazenando amostras de vírus do ebola, HIV, antrax e varíola.

    Apesar de o Instituto e o prefeito de Koltsovo terem assegurado que não houve vazamento de materiais potencialmente perigosos, a Rússia não é conhecida pela transparência de seu governo em situações como essa.

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    Em agosto, um acidente durante o teste de uma arma secreta, que se especula ser o míssil de cruzeiro Burevestnik (Albatroz), supostamente dotado de propulsão nuclear, aumentou em dezesseis vezes o nível de radiação em Severodvinsk.

    Pouco depois do acidente, o Ministério da Defesa garantira não haver contaminação radioativa. Mas a prefeitura de Severodvinsk alegou ter “registrado um aumento de curto prazo na radioatividade”. Essa informação foi logo retirada do ar.

    O governo russo demorou cerca de vinte dias para assumir que o teste era de natureza nuclear. Em 25 de abril de 1986, o reator 4 da usina nuclear de Chernobyl explodiu na Ucrânia, então parte da União Soviética, causando o maior desastre nuclear da história. O mundo só soube da gravidade da situação dias depois do ocorrido, quando laboratórios na Europa detectaram o avanço da nuvem de radiação.

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