Filha de Musk critica bilionário por ‘escolher’ sexo dos filhos por fertilização in vitro
Vivian Wilson questionou 'como essa p***** é legal'; Dos 14 filhos do dono da Tesla e X, 10 nasceram homens

Vivian Wilson, filha do bilionário Elon Musk, criticou o pai, com quem não tem contato há anos, por supostamente usar técnicas para “escolher” o sexo de seus filhos durante o processo de fertilização in vitro. Vivian, de 20 anos de idade, é uma mulher trans e uma dos 14 filhos do dono da Tesla e do X.
“O sexo que me atribuíram no nascimento era uma comodidade que foi comprada e paga. Então, quando eu era feminina quando criança e depois me tornei transgênero, eu fui contra o produto que foi vendido”, escreveu a filha de Musk em publicação no Threads, na segunda-feira, 10, questionando também “como essa p***** é legal”.
Vivian Wilson se assumiu transgênero em junho de 2022, quando entrou com um pedido para mudar seu primeiro nome e adotar o sobrenome de sua mãe, Justine Wilson. Dois anos depois, Musk alegou que havia sido enganado para permitir a redesignação médica de gênero de Vivian.
“Fui essencialmente enganado para assinar documentos para um dos meus filhos mais velhos, Xavier”, disse em uma entrevista na época, usando o “nome morto” de Vivian.
Vivian então disse que o dono do X, que teve 14 filhos com quatro mulheres, “não era um homem de família”, mas sim “um adúltero em série que não para de mentir” sobre seus próprios filhos.
A seleção de sexo para bebês é ilegal na maioria das partes do mundo, sendo permitida normalmente apenas em casos raros por razões médicas aprovadas, onde os pais correm o risco de transmitir um distúrbio genético que afeta apenas os homens, como hemofilia ou distrofia muscular de Duchenne.
Atualmente, a prática é legal nos Estados Unidos, o que criou uma indústria de turismo de fertilidade para casais que buscam escolher o sexo de seus bebês por razões não médicas.
Dos 14 filhos de Musk, 10 nasceram homens, equivalente a 71%. De acordo com alguns estudos, a fertilização in vitro já carrega uma chance maior de ter um menino — entre 53% e 56%, em comparação com uma chance de 51% de um menino com concepção natural.