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Governo dos EUA libera documentos sobre investigação contra Jeffrey Epstein

Arquivos contêm lista de evidências contra bilionário que comandava tráfico sexual e abusou de 250 meninas, inclusive anotações para 'Donald Trump'

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 28 fev 2025, 08h49

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou na quinta-feira 27 um conjunto de documentos da investigação contra o bilionário Jeffrey Epstein, acusado de comandar um esquema de tráfico sexual e de abusar de mais de 250 meninas no início dos anos 2000. Antes que pudesse ser julgado, ele cometeu suicídio na cadeia.

Epstein conviveu com milionários de Wall Street, membros da realeza (notadamente, o príncipe Andrew) e celebridades antes de se declarar culpado de exploração sexual de menores em 2008. As acusações que o levaram à prisão em 2019 ocorreram mais de uma década após um acordo judicial que o protegia.

Nesta quinta-feira, a procuradora-geral americana, Pamela Bondi, recém-empossada após indicação de Donald Trump, divulgou junto ao FBI mais um lote de arquivos relacionados à investigação. Os documentos, que somam cerca de 200 páginas, revelam registros de voos, uma lista de evidências e outros nomes ligados a Epstein – inclusive o do presidente dos Estados Unidos.

Em duas anotações “para Donald Trump”, de maio de 1994, seu nome aparece ao lado do de outras pessoas, como o de Marla Maples, ex-esposa do republicano, e o da filha Tiffany. O registro também mostra as iniciais “JE”, que seriam de “Jeffrey Epstein”, segundo a imprensa americana.

Nunca houve nenhuma evidência de que o presidente tenha envolvimentos em crimes ligados a Epstein, embora seja de conhecimento público que os dois foram amigos entre as décadas de 1990 e 2000.

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Na lista de evidências, por sua vez, estão dezenas de itens apreendidos pelas autoridades durante a investigação, como câmeras, computadores, fotos de mulheres, documentos e mídias eletrônicas. Mas a avaliação é de que nada bombástico veio à tona.

A publicação dos documentos é uma promessa de campanha de Trump. A Casa Branca também se deve divulgar arquivos sobre os assassinatos do presidente John F. Kennedy, do senador Robert F. Kennedy e do ativista Martin Luther King Jr.

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