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Jamaica aguarda ‘catastrófico’ furacão Melissa; 1,5 milhão de pessoas devem ser afetadas

Tempestade atingiu categoria 5, máxima na escala, com ventos máximos de 280 km/h; Autoridades emitem alertas de inundação e deslizamento

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 28 out 2025, 08h51 - Publicado em 28 out 2025, 08h45

Centenas de jamaicanos começaram a deixar suas casas nesta terça-feira, 28, em direção a abrigos, enquanto aguardam a chegada do furacão Melissa. A tempestade de categoria 5, máxima da escala, se aproxima do litoral e deve atingir o país a qualquer momento, em meio a alertas de inundações catastróficas, deslizamentos de terra e extensos danos à infraestrutura.

O Melissa se intensificou rapidamente, mas mantém o movimento lento, receita perfeita para altos níveis de destruição. Espera-se que este seja o furacão mais forte a atingir a Jamaica desde 1851, o início da série histórica. Segundo meteorologistas, a tempestade deve fazer um trajeto diagonal, passando sobre toda a ilha.

Na noite de segunda-feira, o epicentro estava a 240 km de Kingston e 530 km de Guantánamo, em Cuba, e atingiu ventos máximos sustentados de 280 km/h. O furacão se deslocava lentamente, a 4 km/h, na direção norte-nordeste, de acordo com o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidas (NHC), em Miami.

Algumas partes do leste da Jamaica podem receber até um metro de chuva, enquanto o oeste do Haiti pode receber 40 cm, informou o NHC. “Inundações repentinas catastróficas e numerosos deslizamentos de terra são prováveis.”

A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho alertou nesta terça-feira que o furacão Melissa pode afetar 1,5 milhão de pessoas só na Jamaica, o que caracterizou como um “impacto massivo”. Necephor Mghendi, chefe da delegação do grupo para o Caribe alertou ainda que esse número pode estar “subestimado”.

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O Melissa já foi responsável por pelo menos quatro mortes no Haiti e na República Dominicana. Em território haitiano, houve relatos de elevação do nível dos rios, inundações e destruição de uma ponte em Sainte-Suzanne, no nordeste do país. Na República Dominicana, quase 200 casas foram danificadas e a chuva interrompeu sistemas de abastecimento de água, afetando mais de meio milhão de pessoas, além de derrubar árvores e semáforos e deixar mais de duas dezenas de comunidades isoladas por inundações.

Melissa é a 13ª tempestade a ganhar nome nesta temporada de furacões no Atlântico, que vai de 1º de junho a 30 de novembro. A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA previu uma temporada acima do normal, com 13 a 18 tempestades poderosas e, portanto, batizadas.

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