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Jesse Jackson, defensor dos direitos civis nos EUA, morre aos 84 anos

Pastor, ele esteve ao lado de Martin Luther King nos anos 1960. Ele deixa a esposa e os seis filhos

Por Da Redação
17 fev 2026, 07h39 • Atualizado em 17 fev 2026, 09h08
  • O veterano ativista dos direitos civis nos Estados Unidos, o reverendo Jesse Jackson, morreu nesta terça-feira, 17, aos 84 anos, afirmou sua família em um comunicado.

    Companheiro de Martin Luther King nos anos 1960, esse pastor batista e talentoso orador fez recuar, ao longo de sua vida, as barreiras que limitavam o espaço político aberto aos afro-americanos.

    “Sua fé inabalável na justiça, na igualdade e no amor inspirou milhões de pessoas, e pedimos que honrem sua memória continuando a luta pelos valores pelos quais ele viveu”, declarou sua família.

    Ele deixa a esposa e os seis filhos. “Nosso pai foi um líder servil, não apenas para nossa família, mas para os oprimidos, os que não têm voz e os ignorados de todo o mundo”, disseram em um comunicado.

    + Jesse Jackson, símbolo dos direitos civis que buscava a ‘base comum’ dos EUA

    A família não especificou a causa da morte, mas Jackson anunciou em 2017 que sofria da doença de Parkinson.

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    Segundo a imprensa, em novembro ele havia sido hospitalizado em observação por outra doença neurodegenerativa.

    Até Barack Obama chegar à Casa Branca em 2009, Jesse Jackson havia sido o afro-americano mais destacado a se candidatar à presidência dos Estados Unidos, com duas tentativas fracassadas de ser nomeado candidato pelo Partido Democrata nos anos 1980.

    Fundou duas organizações para promover a igualdade e a justiça social: PUSH (Pessoas Unidas para Salvar a Humanidade), em 1971, e a Coalizão Nacional Arco-Íris, nos anos 1980. Ambas se fundiram em 1996.

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    Também se destacou pelo trabalho como mediador e enviado especial em várias frentes.

    Defendeu o fim do apartheid na África do Sul e, nos anos 1990, foi nomeado enviado especial para a África na administração de Bill Clinton.

    Também participou de negociações para libertar reféns e prisioneiros americanos na Síria, no Iraque e na Sérvia.

    (informações da AFP)

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