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ONU relata ‘aumento alarmante’ de execuções de soldados ucranianos capturados pela Rússia

Dados recentes também indicam salto no número de mortes de civis, sobretudo por ataques aéreos em áreas residenciais

Por Caio Saad Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 3 fev 2025, 18h32 - Publicado em 3 fev 2025, 11h56

A missão de monitoramento de direitos humanos das Nações Unidas para a guerra na Ucrânia registrou um “aumento alarmante” em relatos de execuções de soldados ucranianos capturados pelo Exército da Rússia nos últimos meses, de acordo com um documento publicado nesta segunda-feira, 3.

A missão disse ter recebido relatos de 79 execuções, em 24 incidentes distintos, desde o final de agosto do ano passado.

“Muitos soldados ucranianos que se renderam ou estavam sob custódia física das Forças Armadas russas foram mortos a tiros no local. Relatos de testemunhas também descreveram as mortes de soldados ucranianos desarmados e feridos”, disse a missão em um comunicado. O direito internacional humanitário proíbe a execução de prisioneiros de guerra e feridos, e considera isso um crime de guerra.

A avaliação da ONU foi feita com base em fotos e vídeos de fontes ucranianas e russas, que mostram execuções ou cadáveres, além de entrevistas detalhadas com testemunhas. Segundo Danielle Bell, chefe da missão, algumas autoridades russas “pediram explicitamente tratamento desumano e até execução” dos capturados.

Em nota, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu ação internacional urgente em resposta às denúncias.

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“As horríveis execuções de prisioneiros de guerra ucranianos pela Rússia demonstram que a Ucrânia confronta verdadeiras feras”, disse. “Precisamos de novas e eficazes ferramentas legais internacionais e medidas concretas para responsabilizar os perpetradores”.

Além do aumento de mortes entre soldados capturados, dados recentes da ONU também indicam um aumento na morte de civis durante a guerra, que segue incessante desde fevereiro de 2022. Ao menos 2.064 civis foram mortos e 9.089 ficaram feridos em 2024, um crescimento em relação a 2023, quando 1.971 pessoas foram mortas e 6.626 ficaram feridas – um aumento em grande parte devido ao uso crescente de bombardeios aéreos pela Rússia.

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