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Quem era a brasileira que morreu ao sofrer ataque nas ruas de Buenos Aires

Maria Vilma das Dores Cascalho da Silva, 69, visitava a filha, estudante de medicina; Morador de rua foi preso após agressão

Por Júlia Sofia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 nov 2025, 15h19 • Atualizado em 11 nov 2025, 16h27
  • A servidora aposentada Maria Vilma das Dores Cascalho da Silva Bosco, de 69 anos, morreu em Buenos Aires após ser atacada por um morador de rua na última quinta-feira 5. Nascida em Itapuranga, no noroeste de Goiás, e moradora de Goiânia, Maria Vilma estava na capital argentina desde julho para visitar a filha, Carolina Bizinoto, que cursa medicina na Universidade de Buenos Aires (UBA).

    De acordo com familiares, a brasileira havia saído de casa para pagar o aluguel do apartamento da filha quando foi agredida por um homem que, segundo testemunhas, apresentava sinais de transtornos mentais. O agressor desferiu um soco na idosa, que caiu e bateu a cabeça no chão. Ela sofreu traumatismo craniano, chegou a ser socorrida, mas morreu no dia seguinte, quinta-feira 6. A autópsia do corpo de Maria Vilma está prevista para esta quarta-feira, 12.

    O homem foi preso logo depois, quando atacou uma segunda pessoa. A motivação da agressão ainda não foi esclarecida. A Polícia da Cidade de Buenos Aires não se manifestou até o momento.

    Funcionária pública por mais de 20 anos no Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Maria Vilma era formada em Recursos Humanos e descrita por colegas como uma pessoa generosa e paciente.

    A família, que vive em Goiânia, organiza uma campanha nas redes sociais para arrecadar recursos e viabilizar o traslado do corpo ao Brasil. “Todo o processo tem se mostrado extremamente burocrático e caro. Por isso, pedimos a ajuda de quem puder contribuir para encerrar esse ciclo tão doloroso”, escreveu sua filha, Carolina, em uma publicação no Instagram. A meta, segundo a página oficial no site Vakinha, é arrecadar R$ 70 mil, dos quais cerca de R$ 6.300 já foram levantados.

    Em nota, o governo de Goiás informou que o Gabinete de Assuntos Internacionais está em contato com o Itamaraty para acelerar os trâmites burocráticos. “A família não solicitou auxílio financeiro, apenas o intermédio institucional junto às autoridades federais”, disse o comunicado.

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