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Resultado de cúpula para paz na Ucrânia é ‘próximo a zero’, diz Rússia

Sem presença de representantes russos, diversos países se reuniram no fim de semana na Suíça para debater guerra

Por Da Redação
17 jun 2024, 15h29 • Atualizado em 17 jun 2024, 18h25
  • Em resposta à conferência realizada na Suíça sobre a guerra na Ucrânia, onde quase 80 países instaram respeito à “integridade territorial” do país, a Rússia afirmou nesta segunda-feira, 17, que a cúpula mostrou a futilidade de manter negociações sem participação de representantes russos. Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, os resultados foram “próximos de zero”.

    Desde que a cúpula começou, no último fim de semana, o Kremlin tentou persuadir alguns Estados não alinhados a aderirem à sua declaração final, mas falhou. Países que mantinham uma boa relação bilateral com a Rússia, como Hungria, Sérvia e Turquia, assinaram o documento. Questionado em um coletiva com jornalistas, Peskov afirmou que a declaração de apoio dessas nações prejudicaria a troca entre os dois, mas não estragaria.

    + Putin impõe condições da Rússia para ‘paz negociada’ com Ucrânia

    “É claro que levaremos em conta a posição que esses países tomaram, isso é importante para nós, e continuaremos a explicar-lhes o nosso raciocínio”, disse Peskov.”Muitos deles, e este foi um ponto de vista comum neste evento, confirmaram a sua compreensão da ausência de perspectivas para quaisquer discussões sérias e substantivas sem a presença do nosso país. Se falarmos sobre a eficácia global desta reunião , é próximo de zero”.

    O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou na semana passada que estava disposto a acabar com a guerra, porém, estabeleceu algumas condições para a Ucrânia. Entre elas estava a renúncia às ambições de Kiev em integrar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), além da retirada de tropas de quatro regiões reivindicadas pela Rússia.

    “É claro que entendemos perfeitamente que chegará um momento em que será necessário conversar com a Rússia”, comentou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba. “Mas a nossa posição é muito clara: não permitiremos que a Rússia fale na linguagem dos ultimatos como está a falar agora.”

    Apesar da negativa, Peskov reiterou que a proposta de cessar-fogo de Putin continua na agenda e que Moscou ainda estaria aberta ao diálogo. No entanto, a agência de notícias estatal russa TASS afirmou que o chefe da inteligência estrangeira, Sergei Naryshkin, disse que, caso as condições fossem rejeitadas, termos novos e mais rígidos seriam feitos.

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