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Supostos caças dos EUA sobrevoam espaço aéreo da Venezuela

Site de monitoramento de voos divulgou presença de ao menos cinco aeronaves militares na costa venezuelana

Por Paula Felix Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 13 dez 2025, 15h05 • Atualizado em 13 dez 2025, 15h13
  • O site de monitoramento de voos Flightradar24 divulgou em sua página a presença de aeronaves dos Estados Unidos, incluindo caças, sobrevoando a costa da Venezuela na noite desta sexta-feira, 12. Segundo o veículo de imprensa venezuelano El Nacional, foi detectado um caça Boeing F/A 18E Super Hornet da Marinha estadunidense e, logo depois, apareceram mais dois do mesmo modelo — identificados como RHINO61 e RHINO62 –. Na sequência, surgiram quatro caças Boeing EA-18G Growler e uma aeronave de inteligência do Corpo de Fuzileiros Navais. Até o momento, nenhum posicionamento sobre o suposto sobrevoo foi divulgado pela Casa Branca nem pelo presidente Donald Trump.

    Após a detecção das aeronaves, houve a perda do sinal, o que levantou a suspeita de que o sistemas de seus radares teria sido desligado, informação que não foi comprovada.

    Em um post, a plataforma utilizou o exemplo da aeronave RHINO61 para explicar como funciona o rastreamento, feito por meio de Multilateração (MLAT), e o processo de perda do sinal.

    “O MLAT, especialmente sobre a água, onde o posicionamento dos receptores pode não ser ideal, pode resultar em um rastreamento menos preciso.” E completou: ” Se o sinal da aeronave for perdido, estimaremos a posição de um voo sem rota definida (como o RHINO61) por até dez minutos. Essa estimativa seguirá a última trajetória e velocidade conhecidas”.

    Pressão em Caracas

    O presidente dos Estados Unidos Donald Trump tem feito forte pressão ao governo venezuelano com a explosão de embarcações no que afirma ser uma ação contra o narcotráfico.

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    A ofensiva contra Caracas também tem como alvo o ditador Nicolás Maduro, acusado pelo governo dos Estados Unidos de ser líder do Cartel de Los Soles, classificado como organização terrorista estrangeira no mês passado. Em agosto, Washington estabeleceu uma recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levem à captura de Maduro.

    Na última quarta-feira, 10, Trump anunciou a apreensão de um petroleiro que foi descrito como “o maior já confiscado”. Nesta sexta-feira, 12, o Departamento do Tesouro apresentou novas sanções contra a Venezuela, desta vez, com foco em três sobrinhos do ditador e na primeira-dama Cilia Flores.

    Neste sábado, 13, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, usou as redes sociais para se criticar o governo estadunidense e solicitando que o mundo observe a situação que ocorre no país.

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    “Os Estados Unidos reconheceram que o mundo caminha para uma multipolaridade inevitável e iniciaram uma retirada estratégica para consolidar sua hegemonia neste hemisfério, particularmente no Mar do Caribe, em detrimento da soberania de nossos povos. Nós vamos defender nosso conceito de soberania, mas o mundo precisa estar atento ao que está acontecendo aqui, pois isso moldará a ordem global nos próximos anos.”

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