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Trump classifica prisão do ex-príncipe Andrew como ‘muito triste’

Irmão do rei Charles III deixou a prisão após ficar cerca de 11 horas detido em meio às investigações sobre o crime de má conduta

Por Sara Salbert Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 19 fev 2026, 17h54 | Atualizado em 19 fev 2026, 18h09

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou como “muito triste” a prisão do ex-príncipe britânico Andrew nesta quinta-feira, 19, em meio a investigações de má conduta no exercício de cargo público, que envolveriam possíveis ligações com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.

“É muito interessante, porque ninguém costumava falar sobre Epstein quando ele estava vivo, e agora eles falam, mas sou eu quem pode falar sobre isso porque fui totalmente exonerado”, disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One. “Eu não fiz nada, na verdade, o contrário. Ele estava contra mim. Ele estava lutando comigo na eleição, o que acabei de descobrir ao longo dos últimos três milhões de páginas de documentos.”

O presidente norte-americano ainda acrescentou que o rei Charles III, irmão mais velho de Andrew, deve visitar os EUA em abril.

Andrew deixou a delegacia após ficar cerca de 11 horas detido. Uma foto tirada pela agência de notícias Reuters mostra o ex-Duque de York aparentemente assustado dentro de um carro sendo levado para sua casa na propriedade de Sandringham, em Norfolk, após deixar a prisão.

Em comunicado, a polícia informou que buscas já foram concluídas como parte da investigação sobre o crime de má conduta em cargo público.

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De acordo com um especialista em segurança pública ouvido pela emissora britânica BBC, Andrew estava detido em “uma cela em uma delegacia” com apenas “uma cama e um vaso sanitário”.

A detenção de Andrew colocou em evidência um dos crimes mais severos do ordenamento jurídico do Reino Unido e que, em tese, pode levar à prisão perpétua. De acordo com o Crown Prosecution Service (CPS), órgão responsável por autorizar acusações criminais na Inglaterra e no País de Gales, a má conduta em cargo público é um crime de common law, isto é, baseado em precedentes judiciais históricos e não em uma lei específica aprovada pelo Parlamento.

A investigação ganhou força após a divulgação, pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, de e-mails ligados ao financista Jeffrey Epstein, morto em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.

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A investigação está ligada a e-mails tornados públicos nos milhões de documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos relacionados ao financista Jeffrey Epstein, morto em 2019 enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual.

As mensagens sugerem que Andrew teria compartilhado relatórios de visitas oficiais a países como Hong Kong, Vietnã e Singapura, além de um suposto documento confidencial sobre oportunidades de investimento na reconstrução da província de Helmand, no Afeganistão.

Nos últimos anos, Andrew já havia se afastado da vida pública após controvérsias envolvendo sua relação com Epstein. Ele perdeu títulos honorários e funções oficiais, mas a prisão marca um novo patamar na crise que atinge a monarquia britânica.

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