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Trump prepara canetada para suspender financiamento de escolas ‘woke’

Presidente dos EUA atinge instituições que mantêm no currículo questões raciais e LGBT, além de punir universitários que participaram de protestos pró-Palestina

Por Redação Atualizado em 29 jan 2025, 15h51 - Publicado em 29 jan 2025, 15h43

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinará nesta quarta-feira, 29, uma ordem executiva para cortar o financiamento federal para escolas públicas que mantêm no currículo temas como relações raciais, racismo, educação sexual e questões LGBTQIA+, informou a Casa Branca.

O novo governo americano classifica os assuntos como “ideologia radical de gênero” e “teoria racial crítica”, dois nomes complexos que a direita adotou para designar tudo o que há de supostamente ruim no progressismo. A ação pede que a secretária de Educação, posto que Denise Carter atualmente ocupa de forma interina, forneça uma estratégia ao presidente dentro de 90 dias para acabar com a “doutrinação no ensino de todas as idades escolares”.

Durante sua campanha, Trump prometeu reformular o Departamento de Educação e reprimir o que os conservadores chamam de “clima político de esquerda nas escolas”, que estariam contaminadas, segundo o próprio presidente e membros de seu governo, pelo “vírus woke”. Ele chegou a afirmar que aboliria completamente a pasta, mas essa é uma medida que deve ser aprovada tanto pela Câmara quanto pelo Senado com supermaioria, que os republicanos não têm em nenhuma das casas do Congresso.

Demonizar todas as coisas woke, implicando com causas meritórias, como a inclusão dos trans, o casamento gay e as cotas para negros, foi um dos três pilares de sua campanha, junto com imigração e economia.

Em paralelo, Trump também se prepara para assinar um outro decreto cujo alvo são estudantes estrangeiros que participaram da onda de manifestações pró-Palestina nos campi de universidades americanas ao longo de 2023 e 2024. A ordem executiva manda suspender os vistos e deportar alunos de outros países que sejam “simpatizantes do Hamas”.

A medida pede ainda uma ação imediata do Departamento de Justiça “para reprimir o vandalismo e a intimidação pró-Hamas, e investigar e punir o racismo antijudaico em faculdades e universidades esquerdistas e antiamericanas”, bem como a remoção de “estrangeiros residentes que violem nossas leis”.

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