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‘Um impasse não é uma opção’, diz Zelensky sobre a guerra na Ucrânia

Com moral renovada por apoio internacional e armas potentes, Volodymyr Zelensky volta a afirmar que Ucrânia quer se juntar à Otan e não cederá território

Por Da Redação
Atualizado em 7 jun 2022, 09h49 - Publicado em 7 jun 2022, 09h41
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  • This handout picture taken and released by the Ukrainian presidential press service on June 5, 2022, shows Ukrainian President Volodymyr Zelensky (C) visiting the frontline positions of the Ukrainian military during a working trip to the Zaporizhzhia region. - The Head of State got himself acquainted with the operational situation on the frontline of defense. Volodymyr Zelenskyy talked to the servicemen and presented them with state awards and valuable gifts. (Photo by Handout / UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE / AFP) / RESTRICTED TO EDITORIAL USE - MANDATORY CREDIT "AFP PHOTO / UKRAINIAN PRESIDENCY " - NO MARKETING - NO ADVERTISING CAMPAIGNS - DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS
    Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky (C) visita linha de frente dos militares ucranianos na região de Zaporizhzhia, onde fica a usina nuclear tomada pela Rússia - 05/06/2022 (Presidência Ucraniana/AFP)

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse nesta terça-feira, 7, que não está disposto a fazer concessões à Rússia para dar um fim à guerra. Ele insistiu que “o impasse não é uma opção” ao falar sobre a possibilidade de seu país ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e declarou que a Ucrânia não cederá nenhum território.

    Em pronunciamento durante uma videoconferência organizada pelo jornal Financial Times, o presidente ucraniano disse que seu país já havia perdido “pessoas demais para simplesmente ceder nosso território”, acrescentando que a Ucrânia precisa alcançar “controle total de todo o nosso território”.

    Zelensky também afirmou que a aliança militar da Otan deve receber a Ucrânia, acrescentando que “não há necessidade de perder tempo discutindo sua adesão”.

    A Rússia há muito se opõe à ideia da Ucrânia se juntar à Otan. Ele acredita que a aliança militar está invadindo sua área de influência política ao aceitar novos membros da Europa Oriental – e a adesão da Ucrânia traria a Otan para sua porta.

    Quando ainda havia recorrentes negociações de paz entre os dois países, o presidente ucraniano havia dito que aceitaria que seu país não pudesse aderir à aliança, dizendo: “Está claro que a Ucrânia não é membro da Otan. Entendemos isso”.

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    No entanto, após mais de três meses de resistência ucraniana – e de mais armas e aliados –, a confiança do líder do país parece renovada. Suas declarações encontraram eco na voz do primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, a quem Zelensky parabenizou na segunda-feira 6 por ter sobrevivido a um voto de desconfiança no Parlamento britânico.

    Em uma reunião com ministros do seu gabinete, o porta-voz de Johnson informou que ele acha que a Ucrânia não deveria ser forçada a aceitar um “mau acordo” de paz, porque eles não duram.

    “[Boris Johnson] disse que o mundo deve evitar qualquer resultado em que a agressão injustificada de Putin pareça ter valido a pena”, disse o porta-voz.

    Com nenhum dos lados dispostos a ceder, a guerra se arrasta (e se intensifica) na região industrial de Donbas. Zelensky afirmou nesta terça-feira, 7, que as cidades de Sievierodonetsk e Lysychansk, no leste da Ucrânia, foram praticamente destruídas.

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    + Ucrânia intensifica resistência em Sievierodonetsk para proteger Donbas

    “São cidades mortas”, disse o presidente ucraniano.

    Na segunda-feira 6, foi confirmado que a Rússia perdeu outro comandante de alto escalão. A mídia estatal russa disse que o major-general Roman Kutuzov foi morto liderando um ataque a uma vila ucraniana. A Ucrânia agora afirma ter matado doze generais russos – número sem precedentes na guerra moderna.

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