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Ventos enfraquecem em Los Angeles, mas risco de incêndios ainda preocupa

Bombeiros têm trégua no combate às chamas, contendo 45% de um dos quatro principais focos na cidade dos EUA; previsão para a próxima semana não anima

Por Redação Atualizado em 16 jan 2025, 17h05 - Publicado em 16 jan 2025, 16h37

Após nove dias de combate intenso aos incêndios em Los Angeles, os bombeiros finalmente devem ter um alívio nesta quinta-feira, 16, com o enfraquecimento dos ventos, que chegaram a atingir velocidades comparáveis às de furacões. Até agora, o fogo consumiu uma área de 160 quilômetros quadrados, deixando pelo menos 25 mortos e mais de 12.000 estruturas destruídas.

Houve progresso na contenção dos dois maiores focos de fogo, em Eaton, que está 45% controlado, e o de Palisades, maior e mais destrutivo, que alcançou 20% de contenção.

Segundo Jim Hudson, gerente de incidentes do Departamento Florestal e de Incêndios da Califórnia (Cal Fire), embora a redução das chamas seja um progresso importante, as condições continuam críticas.

“Estamos avançando, mas o calor extremo e o risco de novos focos ainda representam desafios. Nossa prioridade é proteger vidas e propriedades”, afirmou Hudson em coletiva de imprensa realizada em Malibu.

Alertas de bandeira vermelha, o nível mais grave de emergência, foram temporariamente suspensos pelo Serviço Nacional de Meteorologia (NWS). Mas a situação segue grave, sendo que os dois maiores incêndios estão ativos há mais de uma semana, e as autoridades locais solicitaram apoio internacional para o combate às chamas. Ajuda foi requisitada aos vizinhos México e Canadá, enquanto celebridades americanas também direcionam fundos à Califórnia, lar de Hollywood.

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Mesmo com a suspensão temporária dos alertas de bandeira vermelha, os meteorologistas monitoram uma possível retomada dos chamados ventos de Santa Ana, fortes correntes comuns na Califórnia. Na próxima semana, as rajadas podem chegar a até 80 km/h.

Mudanças climáticas

Um estudo conduzido por cientistas do ClimaMeter, uma plataforma projetada para avaliar e contextualizar eventos climáticos extremos em relação às mudanças climáticas, revelou que os incêndios na Califórnia foram agravados neste ano pelas mudanças climáticas.

A crise no clima intensificou o calor extremo, prolongou secas e deixou os ventos mais fortes. Essas condições não apenas aumentaram a frequência de incêndios florestais, mas também sua gravidade.

O impacto do fogo já coloca esse evento entre os desastres naturais mais caros e devastadores da história dos Estados Unidos.

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