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Zelensky afirma que mercenários chineses e paquistaneses lutam pela Rússia

Militares ucranianos relataram presença de estrangeiros de pelo menos seis países diferentes ao lado das tropas de Moscou

Por Redação 4 ago 2025, 14h02

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que mercenários de ao menos seis diferentes países, incluindo China e Paquistão, estão lutando ao lado das tropas russas. A declaração foi dada nesta segunda-feira, 4, por meio de uma postagem na rede social X. As informações teriam sido fornecidas por combatentes ucranianos na região de Vovchansk, cidade próxima à fronteira com a Rússia.

“Nossos combatentes neste setor estão relatando a participação de mercenários da China, Tajiquistão, Uzbequistão, Paquistão e países africanos na guerra”, disse Zelensky, antes de prometer: “Responderemos”.

Não é a primeira vez que o presidente ucraniano acusa o regime de Vladimir Putin de recrutar estrangeiros. Em abril, ele afirmou que pelo menos 155 chineses estavam lutando pela Rússia — acusação negada por Moscou. Em 2024, Zelensky também havia acusado norte-coreanos de lutar ao lado de tropas russas, informação referendada por serviços de inteligência ocidentais.

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A guerra na Ucrânia teve início em fevereiro de 2022, quando tropas russas invadiram o país vizinho. Desde então, as hostilidades não cessaram, apesar da forte pressão internacional para que uma negociação para encerrar o conflito seja concretizada.

O governo russo vem sendo alvo de diversas sanções econômicas aplicadas pelos Estados Unidos e pela União Europeia devido à guerra. O objetivo dos líderes ocidentais é forçar Moscou a aceitar um cessar-fogo. Em julho, o presidente americano, Donald Trump, chegou a anunciar um pacote de tarifas de 100% caso uma trégua não seja alcançada em 50 dias.

Na sexta-feira, 1, Zelensky publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que o país está disposto a avançar nas negociações para encerrar a guerra. “A Ucrânia está mais uma vez se oferecendo para ir além das negociações técnicas — não para trocar declarações, mas para realmente se reunir no nível de líderes.”

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