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A gafe do presidente Lula envolvendo chineses e cachorros

Durante agenda em fábrica da automotiva da Caoa Chery, presidente fez brincadeira que repercutiu mal nas redes

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 mar 2026, 17h39 • Atualizado em 26 mar 2026, 20h52
  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu uma gafe nesta quinta-feira, 26, durante uma agenda na fábrica da CAOA, em Anápolis, no interior do Goiás. Na frente de empresários chineses, ele fez uma brincadeira que deixava subentendido o consumo de carne de cachorro pelos habitantes do país, um estereótipo que não corresponde à realidade.

    Lula estava falando sobre os gastos que os brasileiros têm. No contexto, o petista estava mencionando mudanças que a população teve no cuidado com os animais, dando como exemplos a alimentação à base de ração (e não mais com restos de comida, como era comum há pouco tempo) e as consultas com especialistas veterinários, incluindo dentistas.

    “Na China não deve ter esse problema. Aqui no Brasil, nós gostamos muito de cachorro”, disse o presidente, arrancando risos da plateia. O pano de fundo da piada é o estereótipo de que os chineses comem carne de cachorro e, portanto, não teriam tantos gastos quanto os brasileiros nesse cuidado. Embora seja verdade que algumas regiões específicas da China já tiveram esse hábito, essa não é uma realidade para a grande população do país oriental. Inclusive, há alguns anos o governo retirou a carne de pets (cães e gatos) da lista de produtos aptos a consumo.

    O comentário foi feito na frente de empresários chineses na fábrica da CAOA, que produz automóveis. Durante o discurso, o presidente falou de propostas de seu governo, incluindo a regulamentação das redes sociais e a isenção do imposto de renda para quem ganha até cinco mil reais.

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    Essas e outras medidas são apostas de Lula para alavancar sua popularidade para as urnas em outubro, quando ele deve tentar um quarto mandato na presidência da República. Pesquisas eleitorais mais recentes têm mostrado que seu provável adversário, o senador e filho do ex-presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ), tem crescido e o ultrapassado em alguns cenários.

     

     

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