Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Oferta Relâmpago: VEJA por apenas 7,99

Abaixo-assinado cobra adoção de código de conduta para juízes

Manifesto lançado em plataforma de petições online contou com o apoio de ex-ministros de Estado, empresários, advogados e acadêmicos

Por Ricardo Chapola Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 dez 2025, 13h00 •
  • Ex-ministros, empresários, advogados e acadêmicos brasileiros avalizaram um abaixo-assinado para cobrar a implementação de um código de conduta para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    A petição conta com o apoio de figuras conhecidas na política, como Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação; Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda; e Maurício Rands; ex-ministro da Justiça. O texto foi assinado também por Armínio Fraga e Gustavo Franco, ambos ex-presidentes do Banco Central.

    Mais de 8.000 pessoas já aderiram ao abaixo-assinado lançado em uma plataforma de petições online disponível na internet. “O Judiciário brasileiro hoje revela fragilidades que corroem a grandeza de sua missão institucional. A cada denúncia de comportamentos inaceitáveis e conflitos explícitos de interesse corporativos, aumentam a perplexidade e os riscos de perda de confiança e legitimidade”, diz um trecho do texto.

    O documento manifesta ainda apoio à iniciativa do presidente do STF, Edson Fachin, que está propondo a criação de um código que imponha limites e estabeleça critérios de conduta para juízes – sejam eles de comarcas do interior ou integrantes de tribunais superiores.

    “A transparência sobre os limites éticos que devem orientar magistrados é condição indispensável para preservar a autoridade moral e a credibilidade institucional do Judiciário. Tal iniciativa reforça esses parâmetros e representa um passo significativo para fortalecer a confiança da sociedade e dar exemplo às demais cortes”, diz outro trecho da petição.

    Continua após a publicidade

    Em uma reunião recente com os ministros do Supremo, Fachin citou os exemplos americano e alemão para defender a adoção  de medidas de autocontenção que valeriam para todos os magistrados brasileiros.

    Na Alemanha, por exemplo, os  ministros são obrigados a tornar público todo e qualquer mimo que venham a receber, assim como cachês, palestras, participação em conferências e direitos autorais por artigos.

    Nos EUA, o magistrado deve se declarar suspeito quando sua imparcialidade puder ser questionada. Ele deve impedir que qualquer pessoa passe a impressão de que pode influenciar suas decisões. Também não pode participar de reuniões organizadas por grupos que tenham interesse em processos em tramitação no tribunal.

    Publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.