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CGU impede que ex-ministro de Bolsonaro recupere cargo em universidade

Abraham Weintraub, que chefiou o Ministério da Educação, foi demitido do cargo de professor da Unifesp por deixar de justificar 218 faltas

Por Ricardo Chapola
Atualizado em 24 fev 2025, 09h14 - Publicado em 23 fev 2025, 22h02

A Controladoria-Geral da União (CGU) rejeitou um recurso movido por Abraham Weintraub, ex-ministro da Educação do governo Bolsonaro, para tentar reverter uma decisão que resultou em sua demissão da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde era professor desde 2014.

O ex-ministro foi alvo de uma investigação interna da instituição, acusado de não cumprir a carga horária de trabalho e também de não justificar as ausências.

A negativa da CGU foi divulgada na edição do dia 19 de fevereiro do Diário Oficial da União (DOU) e assinada pelo presidente Lula. A Controladoria determinou a demissão de Weintraub no início do mês. De acordo com a investigação, o ex-ministro deixou de comparecer nada menos do que 218 vezes ao trabalho entre outubro de 2022 e setembro de 2023.

“Considerando as medidas adotadas para a instauração e instrução do referido procedimento, o processo foi encaminhado em 2023 à Controladoria Geral da União (CGU) – âmbito no qual também houve um procedimento administrativo e, posteriormente, foi aplicada a penalidade de demissão”, diz um trecho da decisão publicada. O ex-ministro estava com os salários suspensos desde o início das apurações.

Assim como Weintraub, a mulher dele, que também era docente da universidade, foi também foi demitida.. Daniela Weintraub era lotada no Departamento de Ciências Atuariais e foi alvo de investigação interna por conta de faltas injustificadas e abandono do cargo. Enquanto o caso era investigado, ela também ficou sem receber salário. O casal tinha uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.

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Reclamação em Cortes internacionais

Procurado, o ex-ministro de Bolsonaro afirmou que, ao sair do ministério, pediu uma licença não remunerada. Ele também informou que está processando Lula em Cortes internacionais. Weintraub foi ministro da Educação entre 2019 e 2020. Depois de deixar o cargo,  mudou-se para Washington, nos EUA, ocasião em que recebeu um convite para assumir uma vaga de direção no Banco Mundial.

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