Código de Conduta do Supremo dá primeiros passos para sair do papel
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A semana começou com os primeiros passos para que o Código de Conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal saia do papel. No discurso de abertura do ano judiciário, o presidente da Corte, Edson Fachin, disse que a ministra Cármen Lúcia vai ser relatora da proposta. Ele também defendeu clareza de limites e fidelidade à Constituição. Logo que assumiu a presidência do Supremo, Fachin começou a costurar a criação desse código nos bastidores, mas a ideia ganhou fôlego nas últimas semanas por causa das polêmicas na condução do caso do Banco Master. No próximo dia 12, quinta da semana que vem, os ministros vão se reunir em um almoço para debater o tema. Na conjuntura de hoje, eles estão divididos. Uma parte quer o Código de Conduta, e outra não.
E o Grupo Fictor, que tentou comprar o Banco Master no ano passado, entrou com um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. O grupo alegou ter 4 bilhões de reais em dívidas, por conta de uma crise de liquidez causada pelo escândalo do Master. Se a Justiça aceitar o pedido de recuperação, as execuções contra o Fictor ficarão suspensas, dando tempo para renegociações. Como mostrou o Radar Econômico, assessores de investimentos denunciaram braços do grupo Fictor na Comissão de Valores Mobiliários.






