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Cotado à presidência do PT, Edinho ouviu conselhos pela substituição de Haddad

Ex-prefeito de Araraquara mantém contatos com lideranças do Centrão em busca de colher impressões sobre a conjuntura nacional e o apoio do grupo em 2026

Por Marcela Mattos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 fev 2025, 10h50

Um dos principais cotados a assumir o comando do PT neste ano, o ex-prefeito de Araraquara Edinho Silva discutiu com algumas lideranças do Centrão sobre a conjuntura nacional e o cenário econômico do país. O grupo de partidos de centro, formado por MDB, União Brasil, Progressistas, PSD e Republicanos, é aliado e ocupa ministérios no governo Lula, mas resiste a firmar um acordo para 2026 em meio à popularidade em declínio do mandatário.

Em um desses encontros, o líder petista ouviu que, se o presidente Lula de fato quiser dar um choque em sua gestão e promover mudanças substanciais nesta metade do mandato, ele deve fazer uma reforma ministerial mais profunda do que a que vem sendo especulada.

Por esse diagnóstico, o rearranjo proposto pelo dirigente partidário atingiria o coração do governo. O atual ministro da Casa Civil, Rui Costa, seria removido do posto e substituído pelo chefe da Fazenda, Fernando Haddad. Os dois vivem sob um clima de disputa interna principalmente sobre o controle – ou não – dos gastos públicos como uma política de governo.

Com a solução, a saída de Rui Costa, apontado como figura central nos desgastes internos, ajudaria a desanuviar o ambiente. Ao mesmo tempo, Fernando Haddad deixaria de ser bombardeado pelo descontrole fiscal e continuaria em um posto de destaque no governo, o que lhe manteria bem posicionado como um sucessor natural de Lula quando ele se aposentar da política.

Já para o lugar de Haddad foi indicado o vice Geraldo Alckmin, que hoje acumula a função de ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O argumento foi o de que Alckmin mantém um bom relacionamento com o mercado e tem credibilidade na Faria Lima.

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Edinho Silva ouviu os conselhos, mas ponderou que essa dança das cadeiras dificilmente prosperaria. O motivo: seria impossível imaginar que o PT pudesse entregar a Fazenda para o vice ou para alguém que não seja fortemente ligado ao partido.

Na última semana, lideranças do Centrão foram informadas dessa resistência do petista em abrir espaços para outras legendas no Palácio do Planalto. A VEJA, um outro dirigente do Centrão criticou a posição: “Quem mais tem atrapalhado o governo é o Rui Costa, e o presidente não quer trocá-lo. Assim fica difícil”.

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